Equador 2026
Paisagem • Natureza • Vida Selvagem • Rota dos Vulcões
- 01 a 10 de agosto / 2026
- Quito e reservas naturais, Equador
- Marcello Cavalcanti
- 7 a 10 participantes
ntre vulcões adormecidos e neblinas que dançam sobre as montanhas, o Equador revela seus segredos em paisagens de altitude e florestas nubladas.
Em Quito, começamos nossa jornada entre igrejas barrocas e ruas de pedra, onde o tempo parece ter uma luz própria. De lá, partiremos para os páramos — terras altas, úmidas e selvagens — em busca de uma das criaturas mais emblemáticas dos Andes: o urso-andino, também conhecido como urso-de-óculos (Tremarctos ornatus), o único urso da América do Sul.
Solitário, ágil e silencioso, ele habita as encostas cobertas de neblina como um fantasma entre bromélias e líquens. Fotografá-lo exige paciência, silêncio e um excelente planejamento — e quando acontece, as imagens são emocionantes e falam por si só. Nas reservas de Chakana, Antisana, Papallata e Cayambe-Coca, faremos trilhas com guias locais e biólogos, atentos aos sinais da natureza e em busca do mítico urso e outras espécies locais, especialmente de aves equatorianas e do incrivel condor, a maior ave do planeta.
Durante 10 dias de expedição fotográfica, atravessaremos o Equador em sua diversidade extrema — das sombras da Reserva de Bellavista, onde beija-flores e tangarás cintilam sob a luz filtrada, até os cumes imponentes da Avenida dos Vulcões. É em Bellavista também que tentaremos observar o elusivo Olinguito(Bassaricyon neblina), criatura quase mágica das florestas equatorianas, um pequeno mamífero que foi descoberto há menos de 15 anos. A cada curva, um novo cenário se abre diante da lente: crateras esmeralda como a do Quilotoa, o perfeito cone nevado do Cotopaxi, e as nuvens que descem como véus sobre vales ancestrais.
Essa é uma expedição para quem busca mais do que belas imagens — é para quem deseja viver o instante raro em que a natureza se mostra sem filtros. As altitudes elevadas oferecem atmosferas límpidas e contrastes dramáticos, ideais para registrar o relevo, o clima e a vida selvagem. Na floresta, o desafio está na paciência e no silêncio; nos vulcões, na grandiosidade da escala. Luz e altitude desenham as formas da paisagem com intensidade quase mística — perfeita para olhos atentos e sensores sensíveis.
Ao final de cada dia, repousaremos em lodges e hospedagens especialmente escolhidos, onde o conforto e a localização ampliam a experiência. Degustaremos sabores locais, escutaremos histórias de montanha, e brindaremos às imagens que só se revelam a quem atravessa os Andes com tempo, respeito e curiosidade. No Equador, cada fotografia é mais do que um registro: é um encontro entre o instante, a paisagem e a presença.
Localização
Cortado ao meio pela Cordilheira dos Andes, o pequeno Equador é dividido em três grandes regiões naturais: a Costa, a Serra e a Amazônia; e é na Serra — o coração montanhoso do território — que se desenrola grande parte da nossa expedição. Ali, os Andes se bifurcam em dois ramais paralelos, formando um corredor de altitudes extremas, vales encaixados e ecossistemas únicos.
Os páramos, que ocupam as zonas mais elevadas acima da linha das florestas, são paisagens de clima frio, vegetação rasteira, e uma biodiversidade surpreendente, sendo essenciais para a sobrevivência de diversas espécies, incluindo o urso-andino.
A chamada Avenida dos Vulcões, (batizada assim por Alexander von Humboldt em 1802), é um trecho dramático da cordilheira equatoriana onde se alinham mais de 30 vulcões — muitos ainda ativos. O Cotopaxi, um dos vulcões mais icônicos do país, ergue-se com sua forma simétrica e cume branco, enquanto o Quilotoa guarda uma cratera inundada por uma lagoa de coloração turquesa, resultado da intensa atividade geológica da região. Entre vulcões e páramos, alternam-se ainda florestas úmidas de altitude, como as de Bellavista e Guango, repletas de neblina, epífitas e aves endêmicas. Essa justaposição de biomas torna o Equador um verdadeiro laboratório vivo da geodiversidade e da evolução andina.
O Urso-andino
O urso-andino (Tremarctos ornatus), também conhecido como urso-de-óculos, é o único urso da América do Sul — e uma das espécies mais discretas e fascinantes do continente, e é certamente um dos nossos focos principais nessa expedição.
Habita áreas de floresta nublada e páramos andinos, movendo-se com agilidade entre altitudes extremas e terrenos íngremes. Com seu porte robusto, olhos expressivos e manchas claras no rosto que variam de indivíduo para indivíduo, ele carrega uma aura quase mítica. Vê-lo na natureza é raro. Fotografá-lo, um verdadeiro troféu emocional. Essa expedição foi desenhada para maximizar nossas chances de encontro com ele, em locais estratégicos onde estudos e monitoramentos recentes registraram sua presença constante.
Nas reservas de Chakana, Antisana e Cayambe-Coca, circularemos (de carro e por trilhas) por áreas onde projetos de conservação têm monitorado populações de ursos com armadilhas fotográficas e estudos de campo. O urso-andino é classificado como vulnerável à extinção pela União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), principalmente devido à perda de habitat e conflitos com atividades humanas.
Nossos deslocamentos serão acompanhados por especialistas locais que trabalham diretamente na proteção e avistamento da espécie, permitindo que a experiência fotográfica também seja uma oportunidade de aprendizado e conscientização.
Líder da Expedição
Marcello Cavalcanti, 45 anos, nascido no Rio de Janeiro, é fotógrafo e professor de fotografia.
Com a câmera em punho há mais de 20 anos, já fotografou do extremo sul da Patagônia ao extremo norte da Noruega, procurando retratar paisagens naturais com fotografias impactantes e que mostrem a grandeza do nosso planeta. Lidera expedições fotográficas e workshops, tanto no Rio de Janeiro quanto em destinos nacionais e internacionais, como Pantanal, Lençóis, Bolívia, Patagônia, Guatemala, entre outros.
Professor desde 2014, com aulas presenciais e, a partir de 2020, com cursos online, Marcello hoje administra seus cursos de fotografia , com foco em paisagem e natureza, e já conta com mais de 2500 alunos. É também autor de três livros digitais (e-books) sobre o tema, além do livro Augusto Malta Revival (Gávea Imagens, 2023), que conta um pouco da história do Rio de Janeiro em imagens do passado e do presente.
Em seu canal no Youtube, mostra os bastidores de suas incursões fotográficas e detalha os processos criativo e técnico por trás de cada foto executada.
Vencedor de prêmios relevantes na área, em especial o Epson Pano Awards e o Brasília Photo Show. Em 2023, foi listado entre os 200 melhores fotógrafos de paisagem do mundo.
Roteiro
Dia 1 • Chegada em Quito - Transfer para Ilayaku Lodge
Chegada de todos os participantes em Quito. Como a maioria dos voos chega no fim de tarde, faremos o transfer de todos diretamente do aeroporto para o Ilayaku Lodge, onde vamos passar a noite.
Dias 2 e 3 • Chakana e Antisana
Sairemos bem cedo do hotel, no início da manhã, para uma viagem de uma hora e meia em direção ao leste dos Andes.
Em dias claros, a paisagem da Avenida dos Vulcões, com seus picos cobertos de geleiras, é deslumbrante.
Começaremos por uma das reservas mais importantes do país, onde poderemos observar diferentes espécies de beija-flores, como o Beija-flor-gigante (Patagona gigas), o Raio-de-sol-brilhante (Aglaeactis cupripennis), o Beija-flor-de-cauda-grande (Lesbia victoriae) e outras espécies da flora nativa circundante. Também vamos buscar a observação de alguns dos locais de nidificação e descanso mais importantes dos condores-andinos. Chegaremos antes de eles alçarem voo, o que muitas vezes nos permite vê-los decolar e voar diante de nossos olhos e lentes de câmera. Passaremos o dia inteiro na área. A faixa de altitude que percorreremos é de 3.000 a 4.200 metros acima do nível do mar.
Nesta reserva, também estaremos atentos aos movimentos do urso-andino (Tremarctos ornatus), nosso principal objetivo nesta viagem. Com a ajuda de guardas florestais locais, monitoraremos as áreas de alimentação mais importantes para esta espécie, dando-nos a oportunidade de encontrá-los em seu estado natural.
Nestes dias: Café-da-manhã, almoço e jantar inclusos.
Dia 4 • Parque Nacional Cayambe Coca
Partimos antes do amanhecer do vale interandino e dirigimos para o sudeste por cerca de 45 minutos até o Parque Nacional Cayambe Coca, com seu habitat semelhante à tundra andina. É o melhor lugar para fotografar o vulcão Antisana com seu cume coberto pela maior geleira do país. Se o tempo permitir, nos pontos mais altos, procuraremos a esquiva e enigmática Agachona (Attagis gayi).
A área a ser visitada abrange os arredores de dois parques nacionais com locais especiais de alimentação natural, onde a presença de ursos é frequente durante todo o ano. O páramo é rico em fontes de alimento importantes para a dieta principalmente herbívora dos ursos. A área tem um sistema de estradas antigas e trilhas de dificuldade variada que nos permitem cobrir grandes áreas do território em um curto espaço de tempo.
Em seguida, continuaremos até a Reserva Guango, onde faremos uma caminhada pelas trilhas ao longo do Rio Papallacta para apreciar as belas florestas andinas temperadas. Ao longo do rio Papallacta, tentaremos encontrar um habitante único de rios de montanha de fluxo rápido, um poderoso nadador e mergulhador: o pato torrentero, e também procuraremos a presença da anta andina (Tapirus pinchaque), uma missão nada fácil, mas é possível procurá-la tanto no alto Cayambe Coca quanto na alta floresta andina de Guango. No final da tarde, retornaremos ao Ilayaku Lodge.
Neste dia: Café-da-manhã, almoço e jantar inclusos.
Dias 5 e 6 • Bosque Nublado de Bellavista
Após o café da manhã, seguiremos para a Bellavista Cloud Forest Reserve, um santuário natural de 700 hectares onde a natureza se revela em uma beleza quase intocada. No caminho, começaremos a notar como a paisagem muda gradualmente para um ambiente mais úmido e misterioso, anunciando nossa entrada no ecossistema mágico da floresta nublada.
Bellavista é um verdadeiro paraíso para naturalistas e fotógrafos. As cachoeiras escondidas na vegetação, as trilhas envoltas em névoa e a exuberante flora subtropical criam cenários perfeitos para a fotografia de paisagens e da vida selvagem. Uma das maiores atrações visuais são os beija-flores. Dezenas deles pairam a poucos centímetros de nossas câmeras, pousando por breves segundos nos galhos cobertos de musgo que abundam ao redor do lodge. Outra espécie interessante que poderemos tentar nessa reserva é o Gallito de las Rocas Andino, uma espécie parecida com o Galo-da-Serra-do-Pará, encontrado na amazônia brasileira.
Ali, na floresta nublada equatoriana, também estaremos atentos ao majestoso urso andino. No último ano, vários indivíduos foram avistados ao redor da reserva, tornando Bellavista um dos locais mais acessíveis e promissores para tentar fotografar essa espécie emblemática em uma paisagem única. As chances aumentam se nos movermos com calma pelos caminhos menos percorridos, observando sinais como rastros ou restos de alimentação.
Além disso, Bellavista é o lar do enigmático olinguito (Bassaricyon neblina), um pequeno carnívoro noturno descoberto pela ciência somente em 2013, identificado após um estudo detalhado do Museu Nacional de História Natural do Smithsonian. Graças a um alimentador de frutas instalado pelo lodge, há uma chance de observar e fotografar esse animal tímido na calada da noite.
Explorar Bellavista não é apenas uma excursão fotográfica, é uma imersão sensorial em um dos ecossistemas mais ricos e frágeis do planeta, com oportunidades fotográficas que vão desde os mínimos detalhes até encontros inesquecíveis com um dos maiores mamíferos dos Andes.
Nestes dias: Café-da-manhã, almoço e jantar inclusos.
Dia 7 • Quilotoa
Deixaremos o vale de Quito para nos aventurarmos nos Andes equatorianos ao longo da Rodovia Panamericana. Em um dia claro, é possível admirar os imponentes picos do que é conhecido como a Avenida dos Vulcões. Esse termo foi cunhado pelo explorador alemão Alexander Von Humboldt – “o viajante científico mais importante da história”, de acordo com Charles Darwin – que viajou pelo Equador em 1802 e subiu até 5.878 metros no Chimborazo, estabelecendo um recorde mundial na época.
Sairemos da Rodovia Pan-Americana para visitar as comunidades indígenas de Pujilí, Tigua e Zumbahua. Cada uma dessas localidades tem mercados tradicionais em dias específicos da semana, onde você pode observar e fotografar o dia-a-dia do povo local em seus costumes e rotina.
Durante o tour, desfrutaremos das paisagens de tirar o fôlego do páramo andino, um ecossistema único com uma topografia impressionante que inclui montanhas íngremes e cânions profundos, ideais para a fotografia de paisagens.
Por fim, chegaremos à área de Quilotoa, uma caldeira cheia de água com 3 km de largura, formada após o colapso da cratera do vulcão depois de uma grande erupção. Aqui será possível caminhar ao redor da borda da cratera ou descer até um dos lagos vulcânicos mais fotogênicos e espetaculares do mundo.
No final do dia, ficaremos em Quilotoa. Se tivermos sorte com o clima, será a oportunidade perfeita para experimentar a astrofotografia durante a noite e capturar um nascer do sol de tirar o fôlego sobre a cratera no dia seguinte.
Neste dia: Café-da-manhã, almoço e jantar inclusos.
Dias 8 • Quilotoa - Cotopaxi
Depois de apreciar o nascer do sol em Quilotoa, seguiremos para o Parque Nacional Cotopaxi, sem dúvida um dos destinos mais impressionantes do Equador e uma verdadeira joia para os amantes da fotografia de paisagem. Após o café da manhã, partiremos pela famosa Avenida dos Vulcões. Essa rota, conhecida por suas imponentes formações vulcânicas e diversos ecossistemas, oferece um cenário espetacular que muda drasticamente com a luz do dia, criando oportunidades visuais únicas a cada curva da estrada.
Chegaremos ao Parque Nacional Cotopaxi, localizado aos pés do imponente vulcão de mesmo nome, considerado o vulcão ativo mais alto do mundo, com 5.897 m. O parque, criado em 1979, abrange mais de 33.000 hectares de charneca, floresta tropical montanhosa, lagoas e geleiras, tudo emoldurado por picos como Rumiñahui, Quilindaña e Sincholagua. É um cenário ideal para a captura de imagens que transmitem a força e a beleza dos Andes.
O nome Cotopaxi vem da língua Kichwa e acredita-se que signifique “Pescoço da Lua”, uma descrição poética que faz jus às suas formas perfeitamente simétricas, especialmente quando a neve cobre seu cume.Poderemos, inclusive, tentar uma foto da Lua enquadrada com o vulcão, uma vez que esse dia (28/07) ela estará cheia, nascendo às 16:43 da tarde. Ao redor da lagoa Limpiopungo, você terá a chance de fotografar pássaros como caracarás e patos andinos, além de capturar os reflexos do Rumiñahui na água em dias claros.
Tambopaxi será nosso lar durante a noite, o único ecolodge dentro do parque e centro de aclimatação, localizado a uma altitude de 3.750m. Sua localização oferece vistas privilegiadas do Cotopaxi, permitindo que continuemos a apreciar a fotografia mesmo durante o dia. O lodge também é um excelente local para tirar fotos da vida local, cavalos pastando nos pântanos e cenas cotidianas das montanhas em um cenário espetacular.
Neste dia: café-da-manhã, almoço e jantar inclusos.
Dias 9 • Cotopaxi - Quito
Passar a noite em Tambopaxi, no coração do Parque Nacional Cotopaxi, nos dá uma vantagem incomparável: acordar já imersos em uma das paisagens mais majestosas dos Andes equatorianos. Bem cedo, antes do amanhecer, seguiremos em direção à Lagoa Limpiopungo. Se o tempo permitir, desfrutaremos de um espetáculo visual único: o imponente vulcão Cotopaxi refletindo nas águas calmas da lagoa enquanto a primeira luz do dia tinge de dourado o pico coberto de neve. Esse breve e mágico momento oferece condições ideais para a captura de imagens de alto impacto, com composições que combinam simetria, reflexos e cores.
Após essa sessão matinal, o dia continua com um passeio por diferentes setores do parque, aproveitando a variação de luz e atmosfera oferecida pelo páramo andino. À medida que o sol nasce, poderemos explorar texturas, formas e contrastes na paisagem, além de possíveis encontros com a vida selvagem, como veados, raposas andinas ou bandos de pássaros dos altos Andes, todos temas fotográficos valiosos.
No almoço, onde teremos a oportunidade de repor nossas energias, poderemos continuar fotografando das janelas do restaurante ou em seus arredores, onde as vistas do Cotopaxi continuarão a ser as protagonistas.
À tarde, tomaremos uma rota diferente para sair do parque, indo em direção a um dos pontos de maior impacto visual: a cachoeira Cascada de Fuego. Essa cachoeira nasce diretamente do vulcão derretido e desce por um cânion de paredes íngremes cercado por vegetação nativa. Chegaremos quando a luz fraca do final da tarde acariciar a rocha e a água, ideal para fotos de longa exposição, brincando com as velocidades e capturando a força e a serenidade da paisagem em um único quadro.
Ao final dessa experiência, voltaremos a Quito com cartões cheios de imagens e a lembrança de um dos dias mais fotogênicos do altiplano equatoriano.
Neste dia: café-da-manhã, almoço e jantar inclusos.
Dia 10 • Quito e retorno
Nosso último dia será dedicado a explorar e fotografar o charmoso Centro Histórico de Quito, um Patrimônio Mundial da UNESCO. Caminharemos por suas ruas de paralelepípedos, praças coloniais e igrejas barrocas, capturando a essência cultural e arquitetônica de uma das cidades mais antigas da América do Sul.
Após o almoço em um restaurante local, faremos o traslado ao aeroporto internacional de Quito para o seu voo de volta para casa.
Neste dia: café-da-manhã incluso.
Fim dos nossos serviços.
Galeria de fotos
Valor
Praticamos uma política de descontos de 5% para alunos e ex-alunos dos cursos de fotografia de Marcello Cavalcanti.
Viajantes recorrentes e ex-viajantes da Gávea Expedições também participam destes descontos.
Pagamentos à vista também tem um desconto de 5%, tanto para alunos quanto para novos participantes das expedições.
Confira todas as regras para os descontos nesta página, na aba “Outras informações”
Alunos / Viajantes recorrentes
(descontos já aplicados; preços por pessoa)-
Quarto duplo, parcelado: US$ 4.100,00
-
Quarto single, à vista: US$ 4.289,00
-
Quarto single, parcelado: US$ 4.525,00
Novos participantes
(preços por pessoa)-
Quarto duplo, parcelado: US$ 4.310,00
-
Quarto single, à vista: US$ 4.525,00
-
Quarto single, parcelado: US$ 4.766,00
Para inscrição até a confirmação da saída:
- Sinal de R$2.500,00 no momento da inscrição (confira as regras em “Outras informações”);
Formas de pagamento:
- À vista em depósito com 5% de desconto (acumulativo com o desconto de aluno!)
- 20% de entrada** em depósito + saldo em até 5x sem juros no cartão
- 30% de entrada** em depósito + saldo em até 7x sem juros no cartão
** com dedução do valor de sinal
Serviços
Incluso
- 9 noites de hospedagem c/ café da manhã
- Transporte para o grupo em veículos privados (4x4)
- Acompanhamento de guia local credenciado por todo o percurso
- Taxas e permissões necessárias
- Instrução fotográfica com Marcello Cavalcanti
Não incluso
- Passagens aéreas
- Refeições não mencionadas e bebidas
- Equipamento fotográfico
- Seguro viagem
- Seguro do equipamento
- Early check-in e late check-out
Outras informações
Observações gerais
- Esta viagem é destinada a todos os entusiastas da fotografia, de iniciantes a profissionais, não havendo pré-requisito para inscrição, como nível de conhecimento ou equipamento fotográfico. As orientações do fotógrafo serão feitas de acordo com o objetivo de cada participante;
- Os preços estão em dólares americanos (US$) e por pessoa. A conversão para o Real levará em consideração o câmbio turismo, segundo a cotação do Valor Econômico, no dia do envio do link para pagamento.
- O sinal é uma garantia de reserva e não é reembolsado em caso de desistência da viagem por qualquer razão. O valor do sinal será deduzido do restante do pagamento, assim que atingirmos o número mínimo necessário de inscritos para a confirmação da saída. Caso o grupo não seja confirmado, o valor do sinal será integralmente devolvido;
- A hospedagem em apto duplo está sujeita a disponibilidade, pois depende que outro participante do mesmo sexo tenha feito a mesma opção. Não havendo com quem dividir o quarto, o participante ficará em apto individual pagando o suplemento correspondente;
- Para entrada no Equador, brasileiros necessitam de passaporte válido ou RG em bom estado de conservação com foto recente;
- Não é preciso tirar visto para viajar ao Equador, para estadias de até 90 dias.
- O descritivo do roteiro é uma ideia das atividades que buscaremos fazer durante a expedição e que podem ser alteradas de acordo com as condições climáticas, recomendações do fotógrafo responsável, guia local ou por motivos de força maior.
Política de descontos
1) Oferecemos um desconto de 5% para participantes que se enquadrem em pelo menos uma das categorias abaixo:
I) É aluno(as) ativo(as) de algum curso de fotografia ministrado por Marcello Cavalcanti;
II) É ex-aluno(a) de algum curso de fotografia ministrado por Marcello Cavalcanti;
III) É aluno(a) ativo(a) dos cursos citados pelo modelo de assinatura no plano anual.
IV) Já participou de alguma expedição fotográfica ou workshop liderado por Marcello Cavalcanti2) Também oferecemos um desconto adicional de 5% para pagamento integral à vista.
• Caso o participante se enquadre no item 1 acima, e deseje pagar à vista, terá um desconto acumulado de 10%.Valores da expedição, por pessoa
Para alunos, ex-alunos e viajantes frequentes:
– Quarto duplo: US$ 3.880 à vista / US$ 4.100 parcelado
– Quarto single: US$ 4.289 à vista / US$ 4.525 parceladoNovos participantes:
– Quarto duplo: US$ 4.097 à vista / US$ 4.310 parcelado
– Quarto single: US$ 4.525 à vista / US$ 4.766 parceladoObs: Leitores dos e-books, que não são alunos de algum curso online ou presencial, não se enquadram na política de descontos.
Caso queira participar da expedição com desconto, matricule-se agora em um dos cursos online do fotógrafo Marcello Cavalcanti!
Política de cancelamento
• A desistência voluntária por parte do cliente antes da viagem, deverá ser formalizada por e-mail para contato@gaveaimagens.com.br.
• Serão aplicados os prazos e as penalidades estabelecidos pela operadora local/Embratur.
• O valor da inscrição (sinal) equivale ao pagamento da Taxa de Serviços de agenciamento e intermediação (conforme art. 2º, parágrafo 7º, da Lei n. 14.046/20), e não poderá ser reembolsado, nem mesmo caso fortuito ou força maior.
• Cancelamentos solicitados em até 41(quarenta e um) dias antes do início dos serviços ensejará o pagamento de multa de até 40% (quarenta por cento) por participante.
• Cancelamentos solicitados 40 (quarenta) dias ou menos do início da viagem não darão o direito ao reembolso dos valores pagos, uma vez que a Gávea Expedições precisa cumprir as políticas de cancelamento e reembolso estabelecidas por seus prestadores de serviços e demais serviços terceirizados já contratados, reservados e confirmados para a realização da viagem.
• O não comparecimento na data, hora e local de inicio da expedição será considerado “no-show”, implicando na perda total do valor pago sem direito a reembolso.
• O passageiro que, por livre e espontânea vontade, se desligar do grupo durante a viagem, deverá assumir os custos de retorno.
• A Gávea Expedições se reserva no direito de desligar qualquer participante que, durante a viagem, esteja causando distúrbios ao bom andamento da mesma. O retorno imediato deste participante será arcado pelo próprio, conforme previsto em contrato devidamente assinado.
Equipamento recomendado
Apesar de ser uma viagem orientada à fotografia, mesmo aqueles munidos apenas com um celular poderão participar. Porém, para os entusiastas da fotografia, recomendamos o seguinte equipamento, para tirar proveito máximo das situações fotográficas que vamos enfrentar:
– Câmera/ cartões de memória / baterias
– Lentes grande angular, médio alcance e teleobjetiva
– Tripé
– Filtros ND, polarizador
– Controle remoto/ disparador
– Mochila para seu equipamento
– Lanterna de mão (luz branca)
– Lanterna de cabeça (obrigatoriamente com a luz vermelha)
– Laptop + HD externo para baixar as fotos diariamente (opcional)
Clima e vestuário
Agosto é um dos meses mais secos e frios na região andina do Equador, incluindo Quito e seus arredores. As temperaturas variam geralmente entre 8 °C nas madrugadas e 20 °C durante o dia, com clima seco, céu limpo e bastante radiação solar em altitudes elevadas. Apesar do sol, o ar permanece frio, especialmente em áreas acima dos 3.000 metros, onde ventos fortes são comuns.
Vestuário para o dia:
Camisetas ou blusas leves de manga comprida (protegem do sol e do frio leve)
Calça confortável (tipo trekking ou sarja leve)
Casaco corta-vento e fleece
Chapéu ou boné e óculos escuros
Vestuário para manhãs e noites (eventualmente astrofotografia):
Segunda pele (camada térmica) para parte superior e inferior
Casaco mais quente como jaqueta de pluma/sintético
Gorro e luvas
- Meia de lã
Porque viajar com a Gávea Expedições
Criada pelo renomado fotógrafo e professor de fotografia Marcello Cavalcanti, a Gávea Expedições é o braço de viagens fotográficas da Gávea Imagens, editora fundada em 2014 com livros publicados, (vários deles didáticos), exposições de fotografia realizadas e milhares de fotos vendidas e/ou licenciadas. Além disso a empresa também lançou com enorme sucesso 4 cursos de fotografia, tendo mais de 2.500 alunos inscritos neles.
A Gávea Expedições surge para proporcionar viagens fotográficas com cunho educacional, onde o fotógrafo participante não irá somente desfrutar da viagem em lugares selecionados, mas também aprender diariamente com o tour leader como para registrar as situações fotográficas com excelência técnica e criatividade.
Com grande experiência, Marcello já liderou expedições fotográficas para destinos como Patagônia (Argentina e Chile), Guatemala, Bolívia (altiplano e Salar de Uyuni), Pantanal e Lençóis Maranhenses, workshops curtos no Rio de Janeiro (Mais de 50 saídas práticas com alunos), Parque Estadual dos Três Picos (astrofotografia e paisagem), Reserva biológica do Mico-leão-dourado, Reserva biológica de Guapiaçú (REGUA), Arraial do Cabo (fotografia de baleias-jubarte), além de já ter viajado para fotografar em outras localidades como Montanhas Rochosas no Canadá, ilhas caribenhas na Colômbia, montanhas peruanas, EUA, México, auroras boreais na Noruega, o Serengeti na Tanzânia e praticamente toda a Europa ocidental.
Marcello tem mais de 20 anos de fotografia e embaixador de marcas como f-stop Gear (mochilas), K&F Concept (filtros e tripés) Vallerret (luvas para fotografia) além de ser colaborador de conteúdo da Canon do Brasil desde 2023.