Gávea Expedições https://gaveaexpedicoes.com.br Inspirar • Educar • Transformar Tue, 07 Jul 2026 15:23:14 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://gaveaexpedicoes.com.br/wp-content/uploads/2025/05/logo-ge-site-favicon2-150x150.png Gávea Expedições https://gaveaexpedicoes.com.br 32 32 Salta 2027 – em breve https://gaveaexpedicoes.com.br/expedicoes/salta-2027-em-breve/ Fri, 03 Jul 2026 01:13:47 +0000 https://gaveaexpedicoes.com.br/?p=6663

Salta 2027

Paisagem • Natureza • Astrofotografia

Em 2027 realizaremos a segunda edição da Expedição Fotográfica Salta, um dos destinos de paisagem mais impressionantes da América do Sul. Ainda pouco explorada pelos brasileiros, a região dos Valles Calchaquíes – encravada na Cordilheira dos Andes argentinos – combina montanhas coloridas, cânions monumentais, desertos de cactos, vinhedos de altitude e alguns dos céus mais estrelados do continente. 

 Durante 9 dias, percorreremos essa paisagem extraordinária em veículos 4×4, fotografando amanheceres, pores do sol e a Via Láctea em cenários que rivalizam com os mais famosos destinos Andinos.

As datas e valores da edição 2027 serão divulgados em breve. Se você deseja receber todas as informações em primeira mão e ter prioridade na reserva das vagas, clique em “Quero saber mais” e entre para a lista de interesse da expedição.

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Rio de Janeiro 2027 https://gaveaexpedicoes.com.br/expedicoes/rio-de-janeiro-2027/ Thu, 02 Jul 2026 19:44:15 +0000 https://gaveaexpedicoes.com.br/?p=6520

Rio de Janeiro 2027

Paisagem Urbana • Natureza

A partir de R$ 10.870,00

Entre o mar, as montanhas e a maior floresta urbana do mundo, o Rio de Janeiro oferece uma das paisagens mais espetaculares do planeta para a fotografia. Durante 6 dias, exploraremos mirantes, praias, trilhas, parques e alguns dos cenários mais emblemáticos da cidade — incluindo locais pouco conhecidos do grande público — sempre buscando a melhor luz para revelar a força da paisagem carioca. A programação inclui ainda uma visita a Niterói, de onde se descortina uma das mais belas vistas do Rio.

A cada dia, acompanharemos as transformações da luz sobre a paisagem carioca, fotografando amanheceres, pores do sol e cenas em que natureza e ambiente urbano se encontram de forma única. Um dos pontos altos da expedição será o registro do nascer da lua cheia sobre o horizonte, cuidadosamente planejado para alinhar o disco lunar com montanhas, mar e cidade, proporcionando uma das experiências fotográficas mais marcantes do roteiro.

Um momento especial será a visita à Estação Ecológica do Mico-Leão-Dourado, em Silva Jardim, onde fotografia e conservação caminham lado a lado em um dos mais importantes remanescentes de Mata Atlântica do país. Essa é uma expedição pensada para fotógrafos de todos os níveis que desejam conhecer o Rio além dos cartões-postais, aperfeiçoar seu olhar e produzir imagens que revelam por que a paisagem carioca é considerada uma das mais belas do mundo.

Entre o mar, as montanhas e a maior floresta urbana do mundo, o Rio de Janeiro oferece uma das paisagens mais espetaculares do planeta para a fotografia. Durante 6 dias, exploraremos mirantes, praias, trilhas, parques e alguns dos cenários mais emblemáticos da cidade — incluindo locais pouco conhecidos do grande público — sempre buscando a melhor luz para revelar a força da paisagem carioca. A programação inclui ainda uma visita a Niterói, de onde se descortina uma das mais belas vistas do Rio.

A cada dia, acompanharemos as transformações da luz sobre a paisagem carioca, fotografando amanheceres, pores do sol e cenas em que natureza e ambiente urbano se encontram de forma única. Um dos pontos altos da expedição será o registro do nascer da lua cheia sobre o horizonte, cuidadosamente planejado para alinhar o disco lunar com montanhas, mar e cidade, proporcionando uma das experiências fotográficas mais marcantes do roteiro.

Um momento especial será a visita à Estação Ecológica do Mico-Leão-Dourado, em Silva Jardim, onde fotografia e conservação caminham lado a lado em um dos mais importantes remanescentes de Mata Atlântica do país. Uma expedição pensada para fotógrafos de todos os níveis que desejam conhecer o Rio além dos cartões-postais, aperfeiçoar seu olhar e produzir imagens que revelam por que a paisagem carioca é considerada uma das mais belas do mundo.

Coordenadas

A expedição acontece primordialmente na cidade do Rio de Janeiro, entre as zonas Oeste e Sul, quando vamos explorar alguns pontos icônicos que rendem ótimas fotos. Também iremos à vizinha Niterói, a verdadeira arquibancada natural para a paisagem do Rio. 

Visitaremos ainda a Estação Ecológica do Mico-Leão-Dourado, no município de Silva Jardim, a cerca de 150km do Rio de Janeiro. 

HOSPEDAGEM NA ZONA SUL
Ficaremos confortavelmente hospedados no hotel Astória Ipanema, no coração da Zona Sul, a uma quadra da Praia de Ipanema, além de estar cercado por restaurantes, bares e lojas. 

A experiência

Nossa imersão fotográfica na Cidade Maravilhosa começa com o check in no hotel, por volta das 14h. Faremos um briefing no hotel e no final de tarde sairemos para fotografar o nascer da lua cheia em uma locação muito especial. 

Após o jantar, voltaremos ao hotel para descansar, porque a semana promete!

Neste 2º dia, sairemos bem cedo do hotel para fotografar o nascer do Sol em um mirante clássico da Zona Sul. Voltaremos para o café da manhã no hotel e na sequência vamos ao Jardim Botânico observar e fotografar as espécies de aves que habitam o local. 
Após o almoço, vamos fazer uma visita ao Lupa, tradicional estúdio fineart carioca, para conhecer o processo de impressão deles.

Aqui vem uma grande surpresa da Gávea para você: Ao final da expedição fotográfica, cada participante irá ganhar de presente uma impressão 90×60 feita pelo Lupa, da sua melhor foto da viagem! 

No final de tarde, faremos o por do Sol em outro tradicional ponto de observação da paisagem. Jantaremos nas imediações do hotel e vamos dormir cedo para o próximo dia de fotos! 

Neste dia: café da manhã incluso.

No terceiro dia de expedição, vamos mais uma vez acordar bem cedo para fotografar o nascer do Sol. Voltaremos ao hotel para o café da manhã e descanso. 

Após o almoço, seguiremos para Niterói, do outro lado da Baía da Guanabara, e de lá vamos fotografar o fim de tarde e anoitecer com as montanhas do Rio no horizonte, um cenário de sonhos que rende fotos espetaculares. 

Jantaremos em Niterói e voltaremos ao Rio à noite.

Neste dia: café da manhã incluso

Hoje nossa expedição se afasta do Rio e pega estrada. Vamos bem cedo para o município de Silva Jardim, distante cerca de 150km da capital. O destino é o Parque Ecológico do Mico-Leão-Dourado, espécie em perigo de extinção que foi salva graças aos esforços da Associação do Mico-Leão-Dourado (AMLD) que atua a cerca de 40 anos nessa causa. 

Em Silva Jardim eles mantém a ReBio Poço das Antas (visitada apenas por biólogos) e o Parque Ecológico, onde vamos fazer uma trilha majoritariamente plana para encontrar os Micos-Leões soltos na natureza e poder fotografar essa espécie emblemática da Mata Atlântica, existente somente em fragmentos de floresta nesta região do estado do Rio. 

Vamos almoçar no próprio Parque, e a tarde mais uma caminhada pelas trilhas em busca de espécies de aves endêmicas daquela região entre outros avistamentos. 

Voltaremos ao Rio no final de tarde, para jantar nas imediações do hotel. 

Neste dia: Café-da-manhã e almoço incluso

Chegamos ao 4º dia de expedição fotográfica no Rio ! Hoje vamos conhecer a maior floresta urbana do mundo, o Parque Nacional da Tijuca! Sairemos bem cedo para fotografar o nascer do Sol e depois seguiremos para o setor Floresta, para conhecer sua famosa cachoeira Cascatinha Taunay, o centro de visitantes e também um mirante espetacular.  

Na volta do parque, paradas estratégicas em outros mirantes que descortinam belas cenas do Rio e almoço. 

À tarde seguiremos para um ponto estratégico afim de fotografar o nascer da Lua cheia enquadrando com as montanhas do Rio.

Jantaremos nas imediações do hotel. 

Neste dia: café da manhã incluso.

Chegamos enfim ao último dia de expedição! 

Hoje, assim como nos outros dias, vamos acordar bem cedo, para fotografar o nascer do Sol do alto do Pão de Açúcar, em uma programação super especial e exclusiva! 

De lá também vamos acompanhar o sensacional por da lua nas montanhas do Rio.

Um espetacular café da manhã será servido lá mesmo, no alto do Pão de Açúcar. 

Retornaremos ao hotel por volta das 8h da manhã , com o resto da manhã livre para atividades individuais. O checkout no hotel ocorre as 12h da tarde, e poderemos almoçar na região para celebrar o sucesso deste workshop!

A partir daqui, cada participante administra individualmente o seu retorno, de acordo com o horário do voo, ou a extensão de estadia na cidade.

Neste dia: café da manhã incluso.

Fim dos nossos serviços.

Liderança fotográfica

Marcello Cavalcanti, 46 anos, nascido no Rio de Janeiro, é fotógrafo e professor de fotografia.

Com a câmera em punho há mais de 20 anos, já fotografou do extremo sul da Patagônia ao extremo norte da Noruega, procurando retratar paisagens naturais com fotografias impactantes e que mostrem a grandeza do nosso planeta.

Professor desde 2014, Marcello administra seus cursos de fotografia com foco em paisagem e natureza, pelos quais já passaram mais de 3.000 alunos. É também autor de cinco livros sobre fotografia, e desde 2022 lidera expedições fotográficas no Brasil e exterior.

Vencedor de prêmios relevantes na área, em 2023 foi listado entre os 200 melhores fotógrafos de paisagem do mundo

Cenas da expedição

Investimento

QUARTO DUPLO

R$10.870,00
Por pessoa

QUARTO SINGLE

R$13.370,00
Por pessoa

• Consulte condições de parcelamento.


• Alunos de fotografia do Marcello Cavalcanti e viajantes recorrentes tem 5% de desconto. 

Inclui

Não inclui

+ informações

  • A Expedição é aberta a fotógrafos de todos os níveis. Não há pré-requisitos de conhecimento ou equipamento, e as orientações serão adaptadas aos objetivos de cada participante.
  • O grupo será confirmado com mínimo de 9 participantes.
  • O roteiro poderá sofrer ajustes em função das condições climáticas, orientações dos guias locais ou questões operacionais.
  • Restrições alimentares devem ser informadas com antecedência.
  • É recomendada a contratação de um seguro viagem pessoal.

Reserva de vaga – sinal

  • Para garantir a sua vaga é necessário o depósito de sinal de R$2.000,00.
  • O sinal garante a reserva e não é reembolsável em caso de desistência.
  • Caso o grupo não seja confirmado, o sinal será devolvido integralmente.
  • Ao efetuar o pagamento da expedição, o sinal será descontado.

Desconto garantido

  • 5% de desconto para alunos, ex-alunos, assinantes da Academy e participantes das expedições anteriores.

Parcelamento

  • Ao optar pelo parcelamento há um acrescimo de 5% sobre o valor final.
  • Parcelamos em 3x, 5x ou 7x, desde que a última parcela termine antes do início da expedição.

Valores por pessoa
Quarto single:

  • À vista: R$ 13.370,00
  • Parcelado: R$ 14.038,50

Quarto duplo:

  • À vista: R$ 10.870,00
  • Parcelado: R$ 11.413,50

Valores por pessoa (alunos e recorrentes)
Quarto single:

  • À vista: R$ 12.700,00
  • Parcelado: R$ 13.336,58

Quarto duplo:

  • À vista: R$ 10.326,00
  • Parcelado: 10.842,83
  • Solicitações de cancelamento devem ser feitas por e-mail para contato@gaveaimagens.com.br.
  • O valor do sinal corresponde à taxa de serviços de agenciamento e intermediação e não é reembolsável em caso de desistência.
  • Cancelamentos realizados com 41 dias ou mais de antecedência estarão sujeitos a multa de até 40% do valor total da viagem.
  • Cancelamentos realizados com 40 dias ou menos de antecedência não dão direito a reembolso, em razão dos compromissos assumidos junto a fornecedores e prestadores de serviços.
  • O não comparecimento no local e horário de início da expedição (“no-show”) implica perda integral dos valores pagos.

Data da expedição
Grupo 1: de 14 a 19 de junho de 2027

A época escolhida é durante o final do outono no hemisfério sul.

No outono, especialmente entre maio e junho, o Rio de Janeiro vive uma das melhores épocas do ano em termos de clima: os dias ficam mais amenos e agradáveis, com temperaturas médias entre 18 °C e 25 °C, menor índice de chuvas e céu mais estável, favorecendo atividades ao ar livre. Maio ainda pode ter dias levemente mais quentes, enquanto junho já apresenta noites mais frescas, sobretudo em áreas abertas, mirantes e locais próximos ao mar ou à serra, com vento mais presente nas primeiras horas da manhã e ao entardecer.

Vestuário:

  • Camisetas ou camisas leves e respiráveis
  • Calça leve ou bermuda (dependendo do horário e local)
  • Tênis ou calçado confortável para caminhadas
  • Chapéu ou boné e óculos de sol
  • Protetor solar
  • Blusa de manga comprida ou suéter leve para o fim de tarde
  • Jaqueta leve ou corta-vento, especialmente para manhãs cedo, noites e mirantes
  • Capa de chuva fina ou jaqueta impermeável 

Esta expedição será liderada por Marcello Cavalcanti, fotógrafo, professor e autor, com mais de 20 anos de experiência em fotografia.

Desde 2022, Marcello já liderou mais de 30 expedições fotográficas em diferentes destinos no Brasil e no exterior, voltados à fotografia de natureza, paisagem,  vida selvagem e astrofotografia.

Além da atuação em campo, é fundador da Gávea Imagens, autor de livros de fotografia, professor com mais de 3.000 alunos e colaborador de conteúdo da Canon do Brasil e outras marcas de fotografia.

Em suas expedições, o objetivo vai além da viagem: proporcionar acompanhamento fotográfico contínuo para que cada participante desenvolva seu olhar e aproveite ao máximo as oportunidades encontradas em campo.

 

Depoimentos

Expedições realizadas

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Guia de roupas de frio para uma expedição fotográfica https://gaveaexpedicoes.com.br/blog/roupa-de-frio-para-uma-expedicao-fotografica/ Thu, 02 Jul 2026 13:19:55 +0000 https://gaveaexpedicoes.com.br/?p=6531

BLOG

Guia de roupas de frio para uma expedição fotográfica

Como se vestir adequadamente para se concentrar apenas nas suas fotos?

Fotografando no alto do vulcão Acatenango, um frio consideravel a 3600m. Guatemala, 2024

Fala pessoal tudo bom! 

Não adianta fugir. O frio é uma constante nas expedições fotográficas. 

Seja porque muitos dos melhores destinos de fotografia ficam em latitudes mais altas, seja pela época do ano — outono e inverno costumam oferecer um clima mais estável e, consequentemente, melhores condições para fotografar — ou simplesmente pelos horários em que estamos em campo. Afinal, grande parte das fotos acontece antes do nascer do Sol, depois do pôr do Sol ou até mesmo durante a madrugada.

O fato é que saber se vestir para baixas temperaturas faz toda a diferença no conforto do fotógrafo. Quando você está aquecido, consegue se concentrar no que realmente importa: produzir boas imagens.

Eu costumo dizer que “fotógrafo com frio, fome ou vontade de ir ao banheiro não consegue produzir”. 

Como não convivemos com temperaturas muito baixas no Brasil, é comum que muita gente tenha dificuldade para escolher e combinar as roupas certas para esse tipo de viagem. Por isso resolvi escrever este guia prático mostrando exatamente como eu monto minhas camadas de roupa durante uma expedição.

Vale uma observação importante: este artigo foi pensado principalmente para temperaturas entre 20°C e 0°C. Em ambientes abaixo de zero, normalmente acrescentamos uma camada extra de isolamento, que também vou explicar ao longo do texto.

O segredo é simples: vista-se em camadas.

Costumamos chamar esse sistema de “casca de cebola”, porque cada peça tem uma função específica.

Além de proteger melhor do frio, esse método permite adaptar a roupa às mudanças de temperatura ao longo do dia. Afinal, durante uma expedição é comum alternarmos entre ambientes muito frios e locais aquecidos, como a van, restaurantes ou o hotel. Nesses momentos, basta retirar uma camada para voltar ao conforto, sem precisar trocar completamente de roupa.

1º) Camada Base

A primeira preocupação no frio não é manter o corpo aquecido. É mantê-lo secoPode parecer estranho, mas o suor é um dos maiores inimigos de quem enfrenta baixas temperaturas. Durante uma caminhada ou mesmo carregando equipamentos fotográficos, é natural que o corpo transpire. Se essa umidade permanecer em contato com a pele, ela acelera a perda de calor e aumenta muito a sensação de frio.

É justamente para resolver esse problema que existe a camada base, formada pela segunda pele e o par de meias.

Ela fica em contato direto com o corpo e tem a função de transportar o suor para as camadas externas, mantendo a pele seca durante toda a atividade.

Segunda Pele
Ela consiste em uma camiseta (ou blusa) térmica de manga comprida e uma calça térmica, normalmente vendidas em conjunto. Como o próprio nome sugere, elas ficam ajustadas ao corpo, funcionando como uma segunda camada de pele.

O ideal é optar por tecidos sintéticos de boa qualidade ou lã merino. Evite algodão nessa camada, pois ele absorve a umidade e demora muito para secar.

Meias
Outro item que merece bastante atenção são as meias. Os pés estão entre as partes do corpo que mais sofrem com o frio, principalmente porque permanecem em contato constante com o solo.

Sempre que possível, prefira meias de lã merino. Essa fibra natural oferece excelente isolamento térmico, controla a umidade, reduz odores e continua aquecendo mesmo quando fica levemente úmida. Não são meias baratas, mas fazem muita diferença durante vários dias consecutivos de expedição. Já as meias 100% algodão devem ser evitadas. Elas absorvem o suor, demoram muito para secar e acabam deixando os pés úmidos, aumentando a sensação de frio e favorecendo o aparecimento de bolhas.

Camada Polar
Se a previsão indicar temperaturas negativas, vale acrescentar uma segunda pele PolarEla é mais espessa que a segunda pele convencional e oferece uma capacidade de isolamento térmico muito maior, funcionando como um reforço para situações de frio intenso.

2º) Camada Térmica 1

Depois que a camada base mantém o corpo seco, entra em ação a primeira camada responsável por reter o calor.

Na maioria das expedições fotográficas, essa já é a roupa mínima necessária para sair do hotel. Em destinos com temperaturas entre aproximadamente 5°C e 15°C, muitas vezes ela será suficiente durante boa parte do dia.

Jaqueta Fleece
jaqueta tipo “fleece” é a primeira camada de isolamento térmico. Seu tecido felpado cria pequenas bolsas de ar que retêm o calor produzido pelo corpo, mantendo você aquecido sem comprometer a respirabilidade. Por isso, ela é extremamente confortável para caminhadas e atividades em que estamos constantemente entrando e saindo da van, montando tripé ou carregando mochila. 

Ela aquece muito mais do que aparenta, mas não bloqueia o vento. Em dias muito ventosos ou de frio mais intenso, será necessário adicionar uma camada externa, que veremos mais adiante.

Para a maior parte das expedições, uma boa fleece é uma das peças mais versáteis que você pode levar.

Calça
A melhor opção costuma ser uma calça de trekking. Essas calças normalmente não possuem isolamento térmico próprio, mas isso não é um problema, já que a segunda pele fará esse papel, por baixo dela. A principal vantagem é oferecer liberdade de movimentos, secagem rápida e resistência ao uso intenso.

Alguns modelos destacam a barra da calça virando um par de shorts. São excelentes para trilhas com grande variação de temperatura ao longo do dia. Caso a sua expedição tenha possibilidade de chuva, neve ou terreno constantemente úmido, vale investir em uma calça de trekking impermeável. Ah, e por fim: Evite calças jeans. Além de serem pesadas e limitarem os movimentos, elas absorvem umidade e demoram muito para secar, tornando-se bastante desconfortáveis em ambientes frios.

Bota de trilha
Se existe um equipamento que vale o investimento, provavelmente é a bota.

Durante uma expedição passamos muitas horas caminhando sobre pedras, terra, lama, neve ou terrenos irregulares. Uma boa bota oferece estabilidade para os tornozelos, melhor aderência ao solo e muito mais conforto ao longo do dia. Na hora de escolher o modelo, minha principal recomendação é simples: priorize uma bota impermeávelEssa proteção é obtida através de uma membrana impermeável e respirável, instalada pelo fabricante entre o tecido externo e o forro interno da bota. Ela impede a entrada de água, mas permite que o vapor do suor saia, mantendo os pés mais secos durante a caminhada. A membrana mais conhecida e utilizada é a GORE-TEX, mas diversas fabricantes utilizam tecnologias próprias com a mesma finalidade, como DryVent (NorthFace), Omni-Tech (Columbia), ClimaSalomon (Salomon), entre outras.

No fim das contas, o nome da membrana é menos importante do que o resultado: uma bota confortável, impermeável e com boa respirabilidade.

3º) Camada Térmica 2

Quando a temperatura cai ainda mais, chega a hora de reforçar o isolamento térmico.

É aqui que entra a segunda camada de aquecimento. Em muitas expedições ela passará boa parte do tempo dobrada na mochila, sendo usada apenas nas primeiras horas da manhã, durante sessões de astrofotografia ou quando o vento aumenta.

Essa flexibilidade é justamente uma das grandes vantagens do sistema de camadas: você veste apenas o necessário para cada situação.

Jaqueta de pluma
jaqueta de pluma tem uma única missão: reter o máximo possível de calor com o mínimo de peso.

Ela faz isso criando uma espessa camada de ar entre o corpo e o ambiente externo. Como o ar é um excelente isolante térmico, essa construção permite que a jaqueta aqueça muito, mesmo sendo extremamente leve e compacta. Outra grande vantagem é que ela pode ser comprimida e guardada facilmente na mochila, ocupando pouco espaço quando não está em uso. Existem modelos com e sem capuz. Particularmente, gosto bastante dos modelos com capuz, pois eles oferecem um ganho significativo de conforto quando o vento começa a soprar. 

O material dessa jaqueta também pode variar. Atualmente existem jaquetas com isolamento de pluma natural e outras com isolamento sintético. A pluma natural é mais leve e aquece mais (mais cara). Já os modelos sintéticos perdem um pouco em desempenho, mas continuam funcionando melhor quando molhados.

Aqui é importante fazer uma observação. Não existe uma única forma correta de combinar as Camadas Térmicas 1 e 2.

Algumas pessoas preferem usar apenas a jaqueta de pluma sobre a segunda pele. Outras gostam da combinação fleece + pluma. Em dias menos frios, muitas vezes a fleece sozinha já resolve.

O mais importante é entender que o sistema de camadas existe justamente para isso: permitir que você ajuste a roupa de acordo com a temperatura, o vento e o seu próprio metabolismo.

Ao longo de uma expedição é perfeitamente normal vestir e retirar uma camada várias vezes no mesmo dia.

4º) Camada Externa

Até aqui, todas as camadas tinham um objetivo em comum: manter o calor produzido pelo seu corpo; agora entra uma peça com uma função completamente diferente. A camada externa existe para impedir que o vento, a chuva ou a neve roubem esse calor.

Corta-vento impermeável (Shell)
A shell é a camada de proteção da sua roupa.

Ela bloqueia o vento e impede a entrada de água, preservando o isolamento térmico criado pelas camadas internas. Apesar de muita gente chamá-la apenas de “corta-vento”, vale uma observação importante: nem todo corta-vento é impermeávelOs modelos mais simples protegem apenas do vento. Já os modelos impermeáveis — normalmente chamados de shell ou de anorak no mercado de montanhismo — também oferecem proteção contra chuva e neve. Minha recomendação é investir diretamente em um bom modelo impermeável. Assim você resolve duas necessidades com uma única peça.

Outra grande vantagem é que as shells costumam ser extremamente leves e compactas. Quando o tempo melhora, basta dobrá-las e guardá-las na mochila.

A impermeabilidade dos corta-ventos é dada pela medida “coluna de água”. Quanto maior esse número, maior a pressão de água que o tecido suporta antes de começar a infiltrar. Para expedições fotográficas, prefira uma jaqueta com coluna d’água de pelo menos 10.000 mm. Para destinos de frio intenso ou chuva frequente, modelos de 20.000 mm ou mais oferecem proteção adicional.

Além da coluna d’água, procure modelos com costuras seladas e capuz ajustável, dois detalhes que fazem bastante diferença quando o tempo realmente fecha.

Outro ponto importante é a respirabilidade. Uma boa shell impede a entrada da água, mas continua permitindo que parte do vapor do suor saia, evitando aquela sensação de estar “cozinhando” dentro da jaqueta durante uma caminhada.

5º) Acessórios

Mesmo com um bom sistema de camadas, ainda existe um detalhe importante: proteger as extremidades do corpo. Mãos, pés, cabeça e pescoço costumam ser as primeiras regiões a perder calor. 

Gorro
Um bom gorro de lã ou material sintético é um dos acessórios mais simples — e também um dos mais eficientes. Como a cabeça fica constantemente exposta ao vento, protegê-la ajuda bastante na sensação geral de conforto térmico, principalmente durante longos períodos parado esperando a luz ideal. Aliás, uma dica prática: leve dois gorros! Eles vivem sendo esquecidos dentro da van, caindo da mochila ou ficando em algum restaurante. Ter um reserva já me salvou mais de uma vez (Patagônia e Guatemala), e não ter também me deixou em apuros (Salta)! 

Luvas
As luvas talvez sejam o acessório que mais gera dúvidas entre fotógrafos. Por um lado, elas são fundamentais para proteger as mãos do frio. Por outro, muitos evitam usá-las porque dificultam o manuseio da câmera. Depois de muitos anos fotografando em ambientes frios, encontrei uma solução que funciona muito bem: usar duas camadas de luvas (quando necessário, claro).

Luvas Liner: As liners são luvas finas que funcionam como camada base. Elas oferecem um aquecimento leve, preservam a sensibilidade das mãos e permitem ajustar a câmera sem expor completamente a pele ao frio, pois atualmente a maioria dos modelos possui pontas dos dedos compatíveis com telas sensíveis ao toque, facilitando a vida do fotógrafo. Em temperaturas moderadamente frias, elas costumam ser mais do que suficientes.
Luvas térmicas: 
Quando o frio aperta, entra a segunda camada. Prefiro modelos específicos para fotografia, como os da Vallerret, que possuem aberturas no polegar e no indicador. Assim é possível ajustar a câmera ou trocar uma lente rapidamente sem retirar completamente a luva. Essa combinação — liner por baixo e luva térmica por cima — oferece um excelente equilíbrio entre proteção e praticidade.

Buff/Pescoceira
Este é um dos acessórios mais subestimados do vestuário para frio. É comum ver pessoas bem protegidas nas mãos, pés e cabeça, mas deixando justamente o pescoço totalmente exposto ao vento. Um bom buff de lã ou tecido térmico protege essa região e ainda pode ser usado de diversas formas: cobrindo apenas o pescoço, o queixo, parte do rosto ou até funcionando como um gorro improvisado. Evite os buffs muito finos usados para proteção solar. Eles são excelentes para calor, mas praticamente não oferecem isolamento térmico.

Se você chegou até aqui, talvez esteja pensando: “Nossa… preciso comprar isso tudo?”

Na verdade, não. O mais importante é entender o conceito das camadas. Muitas dessas peças você provavelmente já possui, e outras podem ser adquiridas aos poucos, conforme for viajando para destinos mais frios.

Depois da primeira expedição você percebe que vestir-se corretamente deixa de ser uma preocupação. Você simplesmente adapta as camadas ao clima e passa a prestar atenção apenas no que realmente importa: A fotografia.

Nos vemos em campo!

Um abraço,

Marcello

SOBRE O AUTOR

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Marcello Cavalcanti
Fotógrafo e fundador da Gávea Expedições, Marcello atua há mais de duas décadas na fotografia de paisagem, natureza, astrofotografia e vida selvagem. É professor e criador de cursos online de fotografia, com mais de 3.000 alunos, e desde 2021 lidera expedições fotográficas no Brasil e no exterior, unindo curadoria de destinos e experiências imersivas. Tem cinco livros publicados e é parceiro das marcas Canon do Brasil, f-stop Gear, Vallerret e K&F Concept.

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Marcello Cavalcanti

Fotógrafo e professor de fotografia de paisagem, natureza, astrofotografia e vida selvagem. Marcello administra cursos online de fotografia por onde já passaram mais de 3.000 alunos. Desde 2021, lidera expedições fotográficas para destinos no Brasil e exterior. É parceiro de marcas como Canon do Brasil, f/stop Gear, Vallerret e K&F Concept.

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Amazônia 2027 https://gaveaexpedicoes.com.br/expedicoes/amazonia-2027/ Wed, 24 Jun 2026 02:21:27 +0000 https://gaveaexpedicoes.com.br/?p=2804

Amazônia Viva 2027

Vida Selvagem • Natureza • Imersão

A partir de R$ 15.900,00

N

o norte do Mato Grosso, onde a Amazônia encontra o Cerrado, encontra-se um dos mais interessantes refúgios de biodiversidade da região. Nossa expedição Amazônia Viva vai nos levar à Reserva Ecológica Cunhataí Porã, uma área dedicada à conservação e à observação de vida silvestre, reconhecida pela extraordinária diversidade de fauna registrada em suas trilhas, estradas e ambientes florestais.

Caminharemos por trilhas abertas e planas para observação, percorreremos estradas internas e, de barco, navegaremos pelo Rio Claro, que serpenteia na floresta e revela novas possibilidades de encontro a cada curva.

Apesar de estar totalmente imersa na densa floresta amazônica, a proximidade com o Cerrado coloca a reserva em uma posição estratégica para a ocorrência de espécies associadas aos dois biomas. São mais de 400 espécies de aves catalogadas, cerca de 40 espécies de mamíferos e uma rica diversidade de répteis e anfíbios. Entre os registros da área estão espécies emblemáticas como a harpia, onça-pintada, anta, lobo-guará, gavião-de-penacho, macaco zogue-zogue, e também o raro parauacu (Pithecia mittermeieri) que só foi formalmente descrito pela ciência em 2014. Como em toda expedição de vida selvagem, cada encontro é resultado da combinação entre conhecimento local, persistência e um pouco de sorte — e é justamente essa imprevisibilidade que torna cada observação tão especial.

A fotografia neste ambiente exige atenção constante. A luz filtrada pelo dossel, os corredores naturais criados pela vegetação e os encontros inesperados ao longo das trilhas oferecem oportunidades para construir imagens que vão além do simples registro da espécie, incorporando também o contexto e a atmosfera da floresta.

Nossa base será o próprio Ecolodge Cunhataí Porã, inserido em meio à mata e preparado para receber observadores de natureza e fotógrafos. A estrutura confortável, a excelente gastronomia regional e a proximidade dos pontos de observação permitem aproveitar ao máximo os horários de maior atividade da fauna, desde as primeiras horas da manhã até o final da tarde.

Esta expedição é um convite para desacelerar, observar e se conectar com uma Amazônia vibrante e cheia de vida. Mais do que fotografar espécies, trata-se de vivenciar a floresta, compreender seus ritmos e voltar para casa com um conjunto de imagens que traduzam a riqueza de um dos biomas mais extraordinários do planeta. Estaremos lá em julho de 2027. Você vem?

Localização

A expedição se inicia em Cuiabá (MT), de onde partiremos em van privada para o nosso grupo até a Reserva Ecológica Cunhataí Porã, na região de São José do Rio Claro (MT), distante cerca de 270km de Cuiabá.

A Reserva Ecológica Cunhataí Porã

A Reserva Ecológica Cunhataí Porã é mais do que um destino: é um santuário de biodiversidade e um dos hotspots naturais mais ricos do Brasil. Localizado no encontro da floresta amazônica e o cerrado mato-grossense, Cunhataí Porã é uma joia rara de diversidade biológica. Concebida pelo entusiasta da natureza Sr. Gauchinho e sua esposa Suelmei, com a ajuda e apoio de seus filhos, a reserva nasceu da visão de proteger e compartilhar a singularidade deste refúgio natural. Ali, já foram catalogadas quase 500 espécies de aves, mais de 40 de mamíferos – incluindo primatas raros como o Zogue-Zogue e o Parauacu, além dos felinos topo de cadeia da fauna brasileira, a onça-pintada e a onça-preta – e dezenas de répteis e anfíbios. 

Além das trilhas,  deslocamentos terrestres e fluviais, a reserva conta com uma torre de observação de 32 metros de altura, que permite explorar visualmente o dossel da floresta, revelando novos ângulos para fotografia e aumentando as oportunidades de observação de aves e outros animais que utilizam os estratos mais altos da mata.”

Destaques do roteiro

  • Quase 500 espécies de aves registradas no local (fonte: eBird)
  • Hospedagens premium em Cuiabá e no Ecolodge de selva Cunhataí Porã
  • Safari de barco pelo Rio Claro
  • Torre de observação por cima da floresta amazônica
  • Real possibilidade de avistamento de primatas raros
  • Imersão na selva amazônica em trilhas de curta duração
  • Aulas práticas ao vivo e durante toda a expedição sobre fotografia de animais selvagens

Hospedagens

No primeiro dia de expedição ficaremos no hotel Amazon Aeroporto, 4 estrelas, em Cuiabá. Será apenas uma noite, mas selecionamos o melhor hotel da capital para o conforto de todos. Além do padrão internacional, este hotel está localizado literalmente em frente ao aeroporto, facilitando a nossa chegada. É possível ir a pé do aeroporto ao hotel, e além disso eles oferecem serviço de transfer gratuito para os hóspedes. O café da manhã está incluso na nossa hospedagem.

Nos outros 5 dias, ficaremos hospedados no lodge de selva Cunhataí Porã, dentro da Reserva Ecológica, às margens do Rio Claro. Serão 4 noites de permanência no local, o que garante uma experiência verdadeiramente imersiva, com acesso direto às trilhas e aos principais pontos de observação de fauna.O lodge foi escolhido por sua localização privilegiada dentro da área preservada, pela estrutura confortável – chalés individuais ou duplos, com banheiro privativo e ar condicionado – e pelo apoio às atividades de natureza e pesquisa. Todas as refeições estão incluídas, com culinária regional preparada no próprio local, e toda a logística da expedição parte desta base, otimizando nosso tempo em campo.

Líder da expedição

Marcello Cavalcanti, 46 anos, nascido no Rio de Janeiro, é fotógrafo e professor de fotografia.

Com a câmera em punho há mais de 20 anos, já fotografou do extremo sul da Patagônia ao extremo norte da Noruega, procurando retratar paisagens naturais com fotografias impactantes e que mostrem a grandeza do nosso planeta.

Professor desde 2014, com aulas presenciais e online, Marcello administra seus cursos de fotografia, com foco em paisagem e natureza, e já conta com mais de 3000 alunos. É também autor de cinco livros sobre fotografia, e desde 2022 lidera expedições fotográficas no Brasil e exterior.

Em seu canal no Youtube, mostra os bastidores de suas incursões fotográficas e detalha os processos criativo e técnico por trás de cada foto executada.

Vencedor de prêmios relevantes na área, em especial o Epson Pano Awards e o Brasília Photo Show. Em 2023, foi listado entre os 200 melhores fotógrafos de paisagem do mundo.

Roteiro

Abaixo, o roteiro previsto das nossas atividades. A ordem e local das sessões fotográficas poderá ser alterada, sem aviso prévio, em função de condições climáticas e outras situações não previstas que possam ocorrer durante a expedição.

Dia 1 • Chegada em Cuiabá

Chegada do grupo em Cuiabá, e check in no hotel Amazon Aeroporto Cuiabá (self transfer até o hotel). Dia livre. A noite vamos todos nos encontrar no hotel para jantar. 

No segundo dia de nossa expedição acordaremos cedo para o café da manhã no hotel em Cuiabá, checkout e traslado para a Reserva Ecológica Cunhataí Porã — são aproximadamente 270 km em van privada com ar-condicionado, garantindo conforto ao grupo durante o percurso. A viagem nos leva pelo coração do interior mato-grossense, em direção a uma das áreas de natureza mais ricas do bioma amazônico brasileiro.

Chegaremos ao Lodge Cunhataí Porã no final da manhã, para check in e almoço, e depois teremos tempo livre para aproveitar a base da expedição e as imediações. No final de tarde, vamos subir a torre de observação para um belíssimo pôr do Sol na imensidão da floresta.

Nestes dias: Café da manhã, almoço e jantar inclusos

Nos dias 3, 4 e 5 da expedição estaremos inteiramente dedicados às atividades dentro da reserva, explorando diferentes ambientes e estratégias de observação de fauna. Faremos caminhadas e saídas de carro 4×4, percorrendo trechos de floresta primária e áreas de transição, sempre acompanhados por guias locais, atentos aos sons, rastros e movimentos da mata — fundamentais para ampliar nossas chances de bons encontros fotográficos.

Também realizaremos o safari de barco pelo rio e áreas alagadas, uma excelente oportunidade para fotografar aves, répteis e mamíferos associados aos ambientes aquáticos. Vale lembrar que a Reserva Ecológica Cunhataí Porã tem quase 500 espécies catalogadas, sendo considerado um dos principais hotspots de avistamento do Brasil. Serão dias de imersão total, alternando trilhas e saídas embarcadas, aproveitando ao máximo a diversidade de cenários e a dinâmica natural da reserva.

Nestes 3 dias: Café da manhã, almoço e jantar inclusos

 

Neste 6º dia de expedição vamos tomar o café da manhã bem cedo e aproveitar os arredores da reserva para as últimas fotos, nos despedindo desse paraíso chamado Cunhataí Porã!

Chegaremos em Cuiabá no horário do almoço, e todos almoçamos juntos em um restaurante próximo ao aeroporto brindando mais uma expedição fotográfica de sucesso. 

Na sequência, deixaremos todos no aeroporto para retorno a seus lares.

Fim dos nossos serviços.

Neste dia: Café da manhã incluso

Galeria de fotos

Valor

Valor

( preço por pessoa)
R$ 15.900
00
quarto duplo, à vista
  • Quarto duplo, parcelado: R$ 16.695,00
  • Quarto single, à vista: R$ 17.800,00
  • Quarto single, parcelado: R$ 18.690,00

OBSERVAÇÕES

  • Praticamos uma política de descontos de 5% para alunos e ex-alunos dos cursos de fotografia de Marcello Cavalcanti.
  • Viajantes recorrentes da Gávea Expedições também participam deste desconto de 5%.
  • O desconto deve ser aplicado sobre os valores apresentados.
  • Confira todas as regras para os descontos nesta página, na aba “Outras informações”

PARA INSCRIÇÃO ATÉ A CONFIRMAÇÃO DA EXPEDIÇÃO:

  • Sinal de R$2.500,00 no momento da inscrição para garantia da vaga

APÓS A CONFIRMAÇÃO DA EXPEDIÇÃO:

  • Saldo à vista, por depósito bancário ou PIX
  • 20% de entrada*  + saldo em até 5x sem juros no cartão
  • 30% de entrada*  + saldo em até 7x sem juros no cartão

  • Obs: o parcelamento deve ser quitado em até 30 dias antes da viagem

Serviços

Incluso

Não incluso

Outras informações

Política de descontos

1) Oferecemos um desconto de 5% para participantes que se enquadrem em pelo menos uma das categorias abaixo:
I) É aluno(as) ativo(as) de algum curso de fotografia ministrado por Marcello Cavalcanti;
II) É ex-aluno(a) de algum curso de fotografia ministrado por Marcello Cavalcanti;
III) É aluno(a) ativo(a) da Academy (assinatura no plano anual).
IV) Já participou de alguma expedição fotográfica ou workshop liderado por Marcello Cavalcanti

Obs: Leitores dos e-books, que não são alunos de algum curso online ou presencial, não se enquadram na política de descontos.

Valores finais com desconto: 

– Quarto duplo: 
R$ 15.105,00 (à vista)
R$ 15.900,00 (parcelado)

– Quarto single: 
R$ 16.910,00 (à vista)
R$ 17.800,00 (parcelado)

  • Este workshop é destinado a todos os entusiastas da fotografia, de iniciantes a profissionais, não havendo pré-requisito para inscrição, como nível de conhecimento ou equipamento fotográfico. As orientações do fotógrafo serão feitas de acordo com o objetivo de cada participante;
  • O sinal é uma garantia de reserva e não é reembolsado em caso de desistência da viagem por qualquer razão. O valor do sinal será deduzido do restante do pagamento, assim que atingirmos o número mínimo necessário de inscritos para a confirmação da saída (7). Caso o grupo não seja confirmado, o valor do sinal será integralmente devolvido;
  • A ocupação dos quartos será definida por nós, de acordo com a ordem de inscrição e alocação de pessoas do mesmo sexo em quartos duplos. Caso haja na pousada a disponibilidade de quartos individuais, estes serão ocupados priorizando a ordem de inscrição dos participantes.

  • Caso você tenha alguma restrição alimentar, favor nos avisar com antecedência para que possamos providenciar opções nas refeições.
  • O descritivo do roteiro é uma programação prévia das atividades que buscaremos fazer durante o workshop, e que podem ser alteradas de acordo com as condições climáticas, recomendações dos guias locais, administração da reserva ou por motivos de força maior.

  • Por se tratar de animais selvagens em seu habitat natural, não podemos garantir a visualização de nenhuma espécie em específico durante os safáris. No entanto, os locais, o guiamento especializado e as quantidades de saídas foram planejadas para maximizar as chances de sucesso.

  • Devida a dinâmica da expedição, recomendamos que compre sua passagem de volta para sua cidade, a partir de Cuiabá, para o dia 11 de julho de 2027 com saída após as 16h da tarde, para garantir um embarque sem maiores problemas de horário.

• A desistência voluntária por parte do cliente antes da viagem, deverá ser formalizada por e-mail para contato@gaveaimagens.com.br.

• Serão aplicados os prazos e as penalidades estabelecidos pela operadora local/Embratur. 

• O valor da inscrição (sinal) equivale ao pagamento da Taxa de Serviços de agenciamento e intermediação (conforme art. 2º, parágrafo 7º, da Lei n. 14.046/20), e não poderá ser reembolsado, nem mesmo caso fortuito ou força maior.

• Cancelamentos solicitados em até 41(quarenta e um) dias antes do início dos serviços ensejará o pagamento de multa de até 40% (quarenta por cento) por participante.

• Cancelamentos solicitados 40 (quarenta) dias ou menos do início da viagem não darão o direito ao reembolso dos valores pagos, uma vez que a Gávea Expedições precisa cumprir as políticas de cancelamento e reembolso estabelecidas por seus prestadores de serviços e demais serviços terceirizados já contratados, reservados e confirmados para a realização da viagem.

• O não comparecimento na data, hora e local de inicio da expedição será considerado “no-show”, implicando na perda total do valor pago sem direito a reembolso.

• O passageiro que, por livre e espontânea vontade, se desligar do grupo durante a viagem, deverá assumir os custos de retorno.

• A Gávea Expedições se reserva no direito de desligar qualquer participante que, durante a viagem, esteja causando distúrbios ao bom andamento da mesma. O retorno imediato deste participante será arcado pelo próprio, conforme previsto em contrato devidamente assinado.

Apesar de ser uma viagem orientada à fotografia, mesmo aqueles munidos apenas com um celular poderão participar. Porém, para os entusiastas da fotografia, recomendamos o seguinte equipamento, para tirar proveito máximo das situações fotográficas que vamos enfrentar: 

– Câmera/ cartões de memória / baterias
– Lentes grande angular, médio alcance e teleobjetiva
– Tripé
– Filtros ND, polarizador
– Controle remoto/ disparador
– Mochila para seu equipamento
– Laptop + HD externo para baixar as fotos diariamente (opcional)

Data da expedição: de 6 a 11 de julho de 2027

Em julho, apesar de a reserva Cunhataí Porã estar em pleno bioma amazônico, a região atravessa seu período mais seco do ano. No norte do Mato Grosso, o clima é mais estável, com dias quentes — médias próximas de 30 °C — e noites amenas — em torno de 18 °C —, com pouca chuva e trilhas em melhores condições, sendo um dos melhores meses para atividades em campo e fotografia de natureza.

Vestuário:

  • Roupas leves durante o dia: camisa UV, ou de manga comprida estilo safari ou estilo praia;
  • camiseta, calça de trilha, bermudas.
  • Chapéu ou boné
  • Protetor solar
  • Casaco leve, apenas para o período da noite. 
  • Se você acha que pode sentir frio, pode levar também gorro, luvas e, se achar necessário, segunda pele.
  •  Sapato/ tênis fechado / bota de trilha
  • Perneira (proteção de couro para as pernas; protege contra picadas de insetos e cobras)

Criada pelo renomado fotógrafo e professor de fotografia Marcello Cavalcanti, a Gávea Expedições é o braço de viagens fotográficas da Gávea Imagens, editora fundada em 2014 com livros publicados, (vários deles didáticos), exposições de fotografia realizadas e milhares de fotos vendidas e/ou licenciadas. Além disso a empresa também lançou com enorme sucesso 4 cursos de fotografia, tendo mais de 2.500 alunos inscritos neles.

A Gávea Expedições surge para proporcionar viagens fotográficas com cunho educacional, onde o fotógrafo participante não irá somente desfrutar da viagem em lugares selecionados, mas também aprender diariamente com o tour leader como para registrar as situações fotográficas com excelência técnica e criatividade.  

Com grande experiência, Marcello já liderou expedições fotográficas para destinos como Patagônia (Argentina e Chile), Guatemala, Bolívia (altiplano e Salar de Uyuni), região de Salta e Jujuy (Argentina), Amazônia, Pantanal, Parque das Emas e Lençóis Maranhenses, workshops curtos no Rio de Janeiro (Mais de 50 saídas práticas com alunos), Parque Estadual dos Três Picos (astrofotografia e paisagem), Reserva biológica do Mico-leão-dourado, Reserva biológica de Guapiaçú (REGUA), Arraial do Cabo (fotografia de baleias-jubarte), além de já ter viajado para fotografar em outras localidades como Montanhas Rochosas no Canadá, ilhas caribenhas na Colômbia, montanhas peruanas, EUA, México, auroras boreais na Noruega, o Serengeti na Tanzânia e praticamente toda a Europa ocidental.

Marcello tem mais de 20 anos de fotografia e embaixador de marcas como f-stop Gear (mochilas), K&F Concept (filtros e tripés) Vallerret (luvas para fotografia) além de ser colaborador de conteúdo da Canon do Brasil desde 2023.

Depoimentos de quem já foi

Expedições já realizadas

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Pantanal 2027 https://gaveaexpedicoes.com.br/expedicoes/pantanal-2027/ Tue, 23 Jun 2026 18:53:12 +0000 https://gaveaexpedicoes.com.br/?p=5654

Pantanal Norte 2027

Natureza e Vida Selvagem

A partir de R$ 16.899,00

Descubra a essência do Pantanal Norte, uma das regiões mais fascinantes do Brasil. 

Partindo de Cuiabá, seguiremos pela icônica Transpantaneira, estrada que revela, a cada ponte, um novo cenário repleto de vida selvagem. 

Capivaras, tuiuiús, jacarés, cervos-do-pantanal e inúmeras aves fazem parte do espetáculo que transforma cada deslocamento em uma experiência fotográfica.

Nosso destino é Porto Jofre, conhecido mundialmente como Jaguarland, o melhor lugar do planeta para observar e fotografar a onça-pintada em seu habitat natural. 

Durante três dias, navegaremos pelos rios e corixos do Parque Estadual Encontro das Águas em busca desse felino extraordinário, além de ariranhas, jacarés, capivaras e uma impressionante diversidade de aves pantaneiras.

Hospedados no confortável barco-hotel Aguapé, teremos acesso privilegiado às áreas de observação logo ao amanhecer. 

Esta será a 3ª expedição da Gávea Expedições ao Pantanal e a 10ª incursão de nosso líder, Marcello Cavalcanti, na região. Em seu currículo, mais de 100 onças-pintadas avistadas e catalogadas ao longo dos anos. 

Uma experiência pensada para quem deseja fotografar, aprender e vivenciar o Pantanal em sua forma mais autêntica.

Descubra a essência do Pantanal Norte, uma das regiões mais fascinantes do Brasil. 

Partindo de Cuiabá, seguiremos pela icônica Transpantaneira, estrada que revela, a cada ponte, um novo cenário repleto de vida selvagem. 

Capivaras, tuiuiús, jacarés, cervos-do-pantanal e inúmeras aves fazem parte do espetáculo que transforma cada deslocamento em uma experiência fotográfica.

Nosso destino é Porto Jofre, conhecido mundialmente como Jaguarland, o melhor lugar do planeta para observar e fotografar a onça-pintada em seu habitat natural. 

Durante três dias, navegaremos pelos rios e corixos do Parque Estadual Encontro das Águas em busca desse felino extraordinário, além de ariranhas, jacarés, capivaras e uma impressionante diversidade de aves pantaneiras.

Hospedados no confortável barco-hotel Aguapé, teremos acesso privilegiado às áreas de observação logo ao amanhecer. 

Esta será a 3ª expedição da Gávea Expedições ao Pantanal e a 10ª incursão de nosso líder, Marcello Cavalcanti, na região, com mais de 100 onças-pintadas avistadas e catalogadas ao longo dos anos. 

Uma experiência pensada para quem deseja fotografar, aprender e vivenciar o Pantanal em sua forma mais autêntica.

Coordenadas

Nessa expedição, vamos sair de Cuiabá e percorrer por completo a mítica Estrada Transpantaneira, com sua vida selvagem vibrante. Chegaremos na região doPorto Jofre, local estratégico para acessarmos o Parque Estadual Encontro das Águas, lar das onças-pintadas. 

CHEGADA EM CUIABÁ (1 noite)
No primeiro dia de expedição ficaremos no hotel Amazon Aeroporto, 4 estrelas, em Cuiabá. Será apenas uma noite, mas selecionamos o melhor hotel da capital para o conforto de todos. O café da manhã está incluso na nossa hospedagem.

PORTO JOFRE (4 noites)
Já no Porto Jofre ficaremos confortavelmente hospedados no barco-hotel Aguapé, uma embarcação para até 20 passageiros, com suites com ar condicionado, piscina, restaurante, bar e tripulação extremamente acolhedora. No Aguapé teremos pensão completa incluída durante a estadia.

A experiência

Dia 1 • Chegada em Cuiabá

Chegada do grupo em Cuiabá, e check in no hotel Amazon Aeroporto Cuiabá (self transfer até o hotel). Dia livre. À noite, vamos todos nos encontrar no hotel para jantar. 

Sairemos às 7AM do hotel e pegaremos estrada com o transfer para o Pantanal, 100km de estrada asfaltada até a cidade de Poconé e mais 145km em estrada de terra pela Estrada Parque Transpantaneira até o Porto Jofre.

A Transpantaneira precisa de tempo para ser percorrida, por ser de terra, e certamente vamos parar em alguns pontos estratégicos para avistamento de fauna já nessa estrada, como jacarés, capivaras e cervos-do-Pantanal. 

Ao chegar no Porto Jofre, faremos um transfer de barco (25min) até o nosso barco-hotel Aguapé, já para o almoço a bordo,  e à tarde seguimos até o Parque Estadual Encontro das Águas, que abriga as maiores concentrações de onças-pintadas do Pantanal.

Além das onças, teremos chances de avistamento de ariranhas, bugios, antas, capivaras, jacarés, e uma infinidade de aves incluindo Tuiuius, Tucanos, Surucuás, Garças, biguatingas, martim-pescadores (só aqui há 4 espécies diferentes deles..)

Nas próximas 3 noites, o barco Aguapé estará ancorado logo na entrada do Parque Estadual, fazendo com que não percamos nenhum um único minuto!

Incluso: Café da manhã, almoço e jantar

Os próximos 3 dias serão integralmente dedicados às incursões de pontão (lancha rápida de até 12 lugares) no Parque Estadual Encontro das Águas, para avistamento das onças-pintadas e outras espécies que habitam a região protegida. 

Sairemos sempre bem cedo, no nascer do Sol, (após o café da manhã) e voltaremos para nosso barco-hotel (estrategicamente ancorado na entrada do Parque Estadual) para almoço e descanso. Na parte da tarde, nova saída em direção ao parque e mais avistamentos e fotos. Voltaremos novamente para o barco-hotel no início da noite, para jantar e conferir as fotos feitas naquele dia. Pernoites sempre à bordo.

Incluso: Café da manhã, almoço e jantar

Neste 6º dia de expedição desembarcaremos do barco-hotel Aguapé para retornar à Cuiabá, passando novamente pela estrada Transpantaneira e parando a van em situações fotográficas que possam ocorrer pelo caminho.

Chegaremos à Cuiabá no horário do almoço, e todos almoçamos juntos em um restaurante próximo ao aeroporto brindando mais uma expedição fotográfica de sucesso.

Na sequência, deixaremos todos no aeroporto para retorno a seus lares.

Neste dia: Café da manhã incluso.

Fim dos nossos serviços.

Liderança fotográfica

Marcello Cavalcanti, 45 anos, nascido no Rio de Janeiro, é fotógrafo e professor de fotografia.

Com a câmera em punho há mais de 20 anos, já fotografou do extremo sul da Patagônia ao extremo norte da Noruega, procurando retratar paisagens naturais com fotografias impactantes e que mostrem a grandeza do nosso planeta.

Professor desde 2014, Marcello administra seus cursos de fotografia com foco em paisagem e natureza, pelos quais já passaram mais de 3.000 alunos. É também autor de cinco livros sobre fotografia, e desde 2022 lidera expedições fotográficas no Brasil e exterior.

Vencedor de prêmios relevantes na área, em 2023 foi listado entre os 200 melhores fotógrafos de paisagem do mundo.

Cenas da expedição

Investimento

QUARTO DUPLO

R$ 16.899
Por pessoa

QUARTO SINGLE

R$ 20.799
Por pessoa

• Consulte condições de parcelamento.


• Alunos de fotografia do Marcello Cavalcanti e viajantes recorrentes tem 5% de desconto. 

Inclui

Não inclui

+ informações

  • A Expedição é aberta a fotógrafos de todos os níveis. Não há pré-requisitos de conhecimento ou equipamento, e as orientações serão adaptadas aos objetivos de cada participante.
  • O grupo será confirmado com mínimo de 7 participantes.
  • O roteiro poderá sofrer ajustes em função das condições climáticas, orientações dos guias locais ou questões operacionais.
  • O voo de retorno a partir de Cuiabá deve ser reservado para após as 16h do dia 18/07.
  • Restrições alimentares devem ser informadas com antecedência.
  • Recomendamos verificar a cobertura de seu plano de saúde ou contratar seguro viagem.
  • Por se tratar de animais selvagens em seu habitat natural, não podemos garantir a visualização de nenhuma espécie em específico, porém o guiamento especializado foi planejado para maximizar as chances de sucesso.

Reserva de vaga – sinal

  • Para garantir a sua vaga é necessário o depósito de sinal de R$2.000,00.
  • O sinal garante a reserva e não é reembolsável em caso de desistência.
  • Caso o grupo não seja confirmado, o sinal será devolvido integralmente.
  • Ao efetuar o pagamento da expedição, o sinal será descontado.

Desconto garantido

  • 5% de desconto para alunos, ex-alunos, assinantes da Academy e participantes das expedições anteriores.

Parcelamento

  • Ao optar pelo parcelamento há um acrescimo de 5% sobre o valor final.
  • Parcelamos em 3, 5 ou 7x, desde que a última parcela termine antes do início da expedição.

Valores por pessoa
Quarto single:

  • À vista: R$20.799
  • Parcelado: R$21.838

Quarto duplo:

  • À vista: R$16.899
  • Parcelado: R$17.740

Valores por pessoa (alunos e recorrentes)
Quarto single:

  • À vista: R$19.759
  • Parcelado: R$20.746

Quarto duplo:

  • À vista: R$16.054
  • Parcelado: R$16.853
  • Solicitações de cancelamento devem ser feitas por e-mail para contato@gaveaimagens.com.br.
  • O valor do sinal corresponde à taxa de serviços de agenciamento e intermediação e não é reembolsável em caso de desistência.
  • Cancelamentos realizados com 41 dias ou mais de antecedência estarão sujeitos a multa de até 40% do valor total da viagem.
  • Cancelamentos realizados com 40 dias ou menos de antecedência não dão direito a reembolso, em razão dos compromissos assumidos junto a fornecedores e prestadores de serviços.
  • O não comparecimento no local e horário de início da expedição (“no-show”) implica perda integral dos valores pagos.

Data da expedição: de 13 a 18 de julho

  • Esta época marca a seca no Pantanal. O avistamento de vida selvagem é consistente, pois os animais dependem dos grandes rios para se alimentar.
  •  O clima em setembro é quente e abafado. As  temperaturas variam entre 25°C e 40°C.

Vestuário

  • Roupas leves durante o dia: camisa UV, ou de manga comprida estilo safari; camiseta, calça de trilha, bermudas.
  • Protetor solar e repelente;
  • Capa de chuva / Anorak
  • Tênis fechado ou bota de trilha
  • Casaco leve no caso de uma eventual frente fria.

Informações complementares sobre clima, vestuário e equipamentos serão passadas aos inscritos na expedição.

Esta expedição será liderada por Marcello Cavalcanti, fotógrafo, professor e autor, com mais de 20 anos de experiência em fotografia.

Desde 2022, Marcello já liderou mais de 30 expedições fotográficas em diferentes destinos no Brasil e no exterior, voltados à fotografia de natureza, paisagem,  vida selvagem e astrofotografia.

Além da atuação em campo, é fundador da Gávea Imagens, autor de livros de fotografia, professor com mais de 3.000 alunos e colaborador de conteúdo da Canon do Brasil e outras marcas de fotografia.

Em suas expedições, o objetivo vai além da viagem: proporcionar acompanhamento fotográfico contínuo para que cada participante desenvolva seu olhar e aproveite ao máximo as oportunidades encontradas em campo.

 

Depoimentos

Expedições realizadas

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Como foi: Rio de Janeiro 2026 https://gaveaexpedicoes.com.br/expedicoes-realizadas/como-foi-rio-de-janeiro-2026/ Wed, 10 Jun 2026 03:09:02 +0000 https://gaveaexpedicoes.com.br/?p=5504

Expedição Rio de Janeiro 2026

Relato de viagem

Desafiador. Assim podemos descrever com uma só palavra a Expedição Rio de Janeiro 2026. Apesar de ser em nossa casa, o local onde o fotógrafo Marcello Cavalcanti nasceu, se criou e está muito acostumado a fotografar e também conduzir saídas práticas e workshops, coincidimos a semana de Expedição com uma frente fria, atípica para o mês de junho, que pegou todo o grupo de surpresa e nos obrigou a recalcular a rota durante a viagem, mudando o roteiro diariamente para casar as melhores oportunidades de luz com os locais ideais para fotografar com aquela luz. 

O resultado foram fotos impactantes do Rio, muitas delas com um tom mais pesado do que o habitual, mas esse tipo de situação é mais do que comum para o fotógrafo de paisagem. Costumamos dizer que essa atividade não fotografa a paisagem e sim o tempo e a luz. É da relação entre o clima, a luz do sol e a cena que as fotos nascem. 

Em 7 dias percorrendo a capital fluminense levamos o grupo em locais clássicos como a Pedra do Arpoador, a Vista Chinesa, o Jardim Botânico e o Parque Nacional da Tijuca, mas também em outros menos conhecidos como o Mirante do Pedrão e as longínquas praias de Adão e Eva, em Niterói.

Em um dos dias, fizemos um bate-volta na Reserva Ecológica do Mico-leão-dourado, em Silva Jardim para que os fotógrafos pudessem conhecer esse aclamado projeto de conservação e fotografar o pequeno primata dourado que é símbolo da Mata-Atlântica.

Fechamos a expedição com uma sessão de fotos incrível no alto do Pão-de-Açúcar, antes do amanhecer e envolto de neblina o que deixou as fotos ainda mais espetaculares, em uma experiência absolutamente exclusiva e  brindada com um café da manhã 5 estrelas após o nascer do Sol. 

A verdade é que 7 dias foram poucos para ver tudo que a Cidade Maravilhosa pode oferecer em termos de fotografia de paisagem e natureza, mas temos a certeza que o grupo saiu encantado com as possibilidades criativas dessa expedição. Obrigado a todos que participaram – Edison e Fatima, Luiz e Lili, Néia, Sumaya, Elvécio, Rafael e Fátima – e até a próxima! 

Fotos

Depoimentos de quem foi

Quer conhecer e fotografar o Rio de Janeiro com a Gávea Expedições? Entre em contato conosco para conhecer a nossa programação!

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Aurora boreal e o ciclo máximo solar https://gaveaexpedicoes.com.br/blog/aurora-boreal-e-o-ciclo-maximo-solar/ Sun, 24 May 2026 02:53:32 +0000 https://gaveaexpedicoes.com.br/?p=4822

Aurora boreal e o ciclo máximo solar

A melhor janela para fotografar o fenômeno

Ringvassøya Island, Noruega

Fala pessoal tudo bom! 

Você pode ter percebido que nesses anos o tema “aurora boreal” cresceu demais, na mídia e nas redes sociais. E não é por acaso. Além de ser um espetáculo absolutamente fantástico e único que ocorre na nossa atmosfera, estamos vivendo o “ciclo máximo solar” de número 25. Vamos entender isso: 

Primeiramente: o que é a aurora boreal?

A aurora boreal é um fenômeno físico natural que ocorre quando partículas vindas do Sol — principalmente elétrons e prótons — chegam até a Terra e são conduzidas pelo campo magnético para as regiões próximas aos polos. Ao entrarem na parte mais alta da atmosfera, essas partículas (também conhecido como o plasma solar) transferem energia para os gases do ar, como o oxigênio e o nitrogênio, e esse processo faz com que esses gases passem a emitir luz, formando no céu estruturas em forma de arcos, cortinas e ondas luminosas que mudam rapidamente de forma e intensidade, formando um dos espetáculos mais impressionantes do céu noturno — e também um dos mais desafiadores e fascinantes para fotógrafos.

Mesmo sendo observada e estudada há séculos, os pesquisadores ainda não conseguem prever os padrões que ela pode “desenhar” no céu, mas conseguem prever a intensidade, baseada nas explosões solares. 

Um arco desenhado no céu. Tromsø, Noruega

O que são as explosões solares

As chamadas explosões solares são eventos de liberação repentina e intensa de energia que acontecem na superfície do Sol, em regiões onde o campo magnético é extremamente ativo. Nessas áreas, ocorre uma reorganização brusca desse campo magnético, que libera uma enorme quantidade de energia em poucos minutos, lançando radiação e partículas para o espaço. Esses eventos são monitorados continuamente por instituições como a NASA.  

O  importante aqui é entender que, uma explosão solar pode ser o gatilho de distúrbios no ambiente espacial da Terra. Quando essa energia e essas partículas chegam ao nosso planeta, elas podem intensificar a atividade geomagnética e, em alguns casos, aumentar as chances de auroras mais fortes, mais extensas e visíveis por mais tempo no céu. Em resumo: explosões solares não são visíveis diretamente da Terra, mas fazem parte do processo que pode resultar em noites de aurora mais impressionantes. Essas explosões solares causam as famosas manchas solares na superfície do Sol, essas sim podem ser observadas da Terra com uso de telescópios ou lentes super teleobjetivas.

Os ciclos de explosões solares

Essas explosões solares ocorrem com mais ou menos intensidade, em ciclos observados desde os anos 1700. Com todos esses dados levantados, observou-se que esses ciclos duram em média 11 anos, passando por períodos hiper ativos, e outros menos ativos. 

O ano de 2020 marcou o início de um novo ciclo, o de número 25 desde o início das observações, e deve ir até 2030/31, tendo seu pico de explosões solares ( o chamado cycle maximum) entre os anos de 2024 e 2026/7, e depois diminuindo gradualmente. Veja o gráfico abaixo com os ciclos de explosões solares observados pelo aumento das manchas solares (sun spots): 

Durante o pico de cada ciclo solar, a Terra pode registrar tempestades geomagnéticas intensas, capazes de afetar redes elétricas de alta tensão, satélites, sistemas de navegação por GPS e comunicações por rádio. Ao mesmo tempo, esses eventos são responsáveis pelas auroras mais fortes, que muitas vezes ultrapassam a região polar — por onde as partículas entram na atmosfera — e passam a ser visíveis em latitudes mais baixas, chegando ao sul da Europa e aos Estados Unidos, regiões que raramente observam a aurora boreal. No hemisfério sul, o mesmo tipo de evento faz com que as luzes ultrapassem o polo e possam ser vistas em áreas da Argentina, do Chile e da Nova Zelândia, onde o fenômeno recebe o nome de aurora austral.

Nos últimos anos, essas “super auroras” ocorreram algumas vezes e foram inclusive noticiadas na mídia do mundo todo, justamente por serem um evento raro de ocorrer fora do Círculo Polar Ártico. 

Repare que, em todas as reportagens mostradas aqui, a aurora apresenta a tradicional cor verde, mas também vermelho e rosa, que são mais raras. As cores da aurora boreal dependem do tipo de gás da atmosfera e da altitude em que as partículas solares colidem com ele. O oxigênio em altitudes médias (~100 km) produz o clássico verde, enquanto em altitudes mais altas (>200 km) gera tons vermelhos. O nitrogênio, por sua vez, contribui para cores azuladas ou rosadas. Durante tempestades geomagnéticas intensas, mais partículas carregadas chegam até as camadas mais altas da atmosfera, ativando gases que normalmente não participam da exibição. É por isso que, nesses eventos fortes, a aurora se torna mais rosa e vermelha, expandindo-se para latitudes maiores e criando um espetáculo visual mais vibrante e diversificado!

Já o ciclo mínimo solar — fase de menor atividade do ciclo do Sol — não significa que as auroras desaparecerão por completo por alguns anos. Elas continuam ocorrendo, porém tendem a ser menos frequentes e menos intensas, com cores geralmente mais suaves (predominantemente verde) e menos vibrantes. Ainda assim, é perfeitamente possível observá-las, especialmente nas regiões localizadas dentro do Círculo Polar Ártico (aproximadamente 66,5° N), em países e territórios como Noruega, Canadá, Finlândia, Rússia, a Groenlândia, o Alasca (estado dos Estados Unidos) e a Islândia, que está posicionada muito próxima dessa latitude.

Apenas como exemplo, em 2020 eu mesmo estive em Tromsø, na Noruega, para fotografar a aurora boreal, e pude observá-la em 7 noites seguidas, alguns dias mais fraca, outros mais forte e vibrante, mas consegui ver e fotografar durante toda a viagem, isso no ano de menor atividade solar! 

O KP Index

Quem já foi fotografar auroras boreais se deparou com o termo “índice KP”, ou KP index, uma escala que pode ser acompanhada em aplicativos como o AuroraWatch por exemplo. O Kp Index, calculado a partir de observatórios geomagnéticos por instituições como o GFZ German Research Centre for Geosciences, mede exatamente o quanto o campo magnético da Terra está sendo “perturbado” naquele momento, numa escala de 0 a 9. Em resumo: explosões solares podem ser o gatilho no Sol, mas o Kp só sobe quando o impacto dessas partículas realmente chega à Terra e provoca uma tempestade geomagnética. Naturalmente, quanto maior o índice KP divulgado, maior a chance de auroras boreais no céu. 

Aurora boreal desenha "gotas" caindo do céu. Região de Tromsø, Noruega.

Em resumo 

O “ciclo máximo solar” não é um truque de marketing para vender tours de aurora boreal — ele é um fator físico real, monitorado por instituições científicas e diretamente ligado à probabilidade de ocorrência de auroras.

Para quem planeja uma expedição fotográfica dedicada à aurora boreal, estar viajando durante a fase de máximo solar significa, objetivamente, aumentar as chances de vivenciar noites mais ativas, mais dinâmicas e mais interessantes para fotografia.

SOBRE O AUTOR

foto-perfil-marcello

Marcello Cavalcanti
Fotógrafo e fundador da Gávea Expedições, Marcello atua há mais de duas décadas na fotografia de paisagem, natureza, astrofotografia e vida selvagem. É professor e criador de cursos online de fotografia, com mais de 3.000 alunos, e desde 2021 lidera expedições fotográficas no Brasil e no exterior, unindo curadoria de destinos e experiências imersivas. Tem cinco livros publicados e é parceiro das marcas Canon do Brasil, f-stop Gear, Vallerret e K&F Concept.

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Marcello Cavalcanti

Fotógrafo e fundador da Gávea Expedições, Marcello atua há mais de duas décadas na fotografia de paisagem, natureza, astrofotografia e vida selvagem. É professor e criador de cursos online de fotografia, com mais de 3.000 alunos, e desde 2021 lidera expedições fotográficas no Brasil e no exterior, unindo curadoria de destinos e experiências imersivas. Tem cinco livros publicados e é parceiro das marcas Canon do Brasil, f-stop Gear, Vallerret e K&F Concept.

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Como foi: Salta 2026 https://gaveaexpedicoes.com.br/expedicoes-realizadas/elementor-5395/ Fri, 22 May 2026 15:27:41 +0000 https://gaveaexpedicoes.com.br/?p=5395

Expedição Salta 2026

Relato de viagem

Em maio de 2026 realizamos nossa primeira expedição fotográfica pelo noroeste argentino, em uma jornada intensa por desertos andinos, salares, montanhas multicoloridas, vilas perdidas entre cânions e alguns dos céus mais impressionantes da América do Sul.

Começamos a viagem em Salta, “La Linda”, onde demos início à nossa travessia que cruzaria, nos próximos 9 dias, três províncias (estados) argentinos: Salta, Jujuy e Tucumán. Nos primeiros dias seguimos rumo ao norte para conhecer a espetacular Serranía de Hornocal, a famosa “montanha de 14 colores”, a mais de 4.350 metros de altitude, além dos charmosos pueblos andinos de Tilcara e Purmamarca, cercados pelas montanhas pré-históricas da Quebrada de Humahuaca.

Atravessamos a Cordilheira Oriental até as Salinas Grandes, em uma estrada cênica absolutamente inesquecível, serpenteando montanhas até alcançar a imensidão branca do salar. Dali seguimos rumo a Cachi, cruzando cenários cada vez mais áridos e cinematográficos do norte argentino.

Em Cachi – uma linda cidadela de casinhas brancas encravada aos pés do impressionante Nevado de Cachi, passamos dois dias explorando a região, fotografando amanheceres e pores do sol no Parque Nacional Los Cardones e realizando sessões de astrofotografia utilizando os gigantescos cactos cardones como elementos de composição sob um céu noturno simplesmente inacreditável. Foi um daqueles lugares onde a sensação de isolamento transforma completamente a experiência fotográfica.

A próxima etapa talvez tenha sido uma das mais impactantes da expedição: seguimos pela lendária Ruta 40 (a estrada que corta a Argentina de Norte a Sul), em longos trechos de terra até Cafayate, atravessando a surreal Quebrada de Las Flechas, formações geológicas que parecem pertencer a outro planeta. Pelo caminho cruzamos pequenos pueblos perdidos entre montanhas e desertos, como Seclantás, Molinos e Angastaco, vilas simples que reforçam a sensação de estar atravessando um território remoto e quase intocado, onde o turismo de massa ainda não chegou (e esperamos que fique assim). Pelo caminho, pastores de cabras e pequenos produtores rurais secando pimentões sob o Sol forte do deserto para produção de páprica deram o tom das fotografias feitas pelo grupo.

Permanecemos por três dias em Cafayate, a capital do vinho de altitude argentino, explorando a impressionante Quebrada de Las Conchas com seus monumentos naturais em pedra. Também pudemos conhecer a histórica Ciudad Sagrada de Quilmes (povo diaguita que resistiu 130 anos à ocupação espanhola e deixou para trás uma impressionante cidade de pedra) e também fotografando a fauna local, incluindo condores-andinos, zorros e os agitados periquitos locais, os  loros barranqueros.

Participamos ainda uma degustação de vinhos na famosa vinícola Piattelli, uma experiência que casou perfeitamente com os cenários áridos e montanhosos da região.

E como não poderia faltar, encerramos a expedição com mais uma sessão memorável de astrofotografia em Los Colorados — uma noite daquelas que lavam a alma, com céus absolutamente estrelados, cânions avermelhados e um silêncio difícil de descrever.

Terminamos a viagem de volta em Salta com um grupo extasiado pela experiência de percorrer cerca de 2.000 quilômetros em três veículos 4×4 através do noroeste argentino. Foram 9 dias cruzando cordilheiras, desertos de altitude, salares, sítios arqueológicos, estradas remotas e paisagens que parecem mudar a cada curva.

Fica aqui nosso enorme agradecimento ao grupo incrível que embarcou nessa aventura conosco e tornou essa jornada tão especial. O noroeste argentino certamente entrou para a lista dos destinos mais surpreendentes que já exploramos — e sem dúvida ainda voltaremos muitas vezes para essas terras andinas.

Veja abaixo algumas fotos que produzimos por lá!

Fotos

Quer conhecer e fotografar o noroeste argentino com a Gávea Expedições? Entre em contato conosco para conhecer a nossa programação!

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Ilha de Páscoa 2027 https://gaveaexpedicoes.com.br/expedicoes/ilha-de-pascoa-2027/ Fri, 15 May 2026 20:31:22 +0000 https://gaveaexpedicoes.com.br/?p=2800

Rapa Nui 2027

Cultura • Paisagem • Astrofotografia

A partir de US$ 3.350,00

Descubra a força e o mistério da Rapa Nui – Ilha de Páscoa, um dos lugares mais remotos e fascinantes do planeta. Isolada no meio do Oceano Pacífico, essa ilha vulcânica de apenas 163 km² guarda paisagens únicas, uma cultura ancestral viva e os enigmáticos moais, que há séculos observam o horizonte. Embarque em uma expedição onde fotografia, história e natureza se encontram em cenários de tirar o fôlego.

Nossa jornada começa na charmosa vila de Hanga Roa, coração da ilha, de onde exploraremos alguns dos sítios arqueológicos mais impressionantes da Polinésia. Ao amanhecer, estaremos diante do monumental Ahu Tongariki, acompanhando o nascer do sol por trás dos quinze moais alinhados — uma das cenas mais icônicas da fotografia mundial. Ao longo dos dias, visitaremos locais como Rano Raraku, a “fábrica dos Moais” onde centenas de estátuas permanecem enterradas e inacabadas, e Ahu Akivi, com seus moais voltados para o oceano, criando composições únicas ao pôr do sol.

Também exploraremos a deslumbrante Praia de Anakena, com suas águas cristalinas e palmeiras tropicais contrastando com os moais de Ahu Nau Nau. Subiremos até a cratera do vulcão extinto Rano Kau para um dos pores do sol mais impressionantes da ilha, e caminharemos pelo complexo cerimonial de Orongo, onde a cultura Rapa Nui revela seus rituais ancestrais. Durante a noite, o espetáculo continua com sessões de astrofotografia sob um dos céus mais escuros do planeta, onde os moais se tornam protagonistas sob a Via Láctea.

A experiência se completa com a imersão na cultura polinésia: um show de danças tradicionais, o contato com pescadores locais e a possibilidade de registrar o cotidiano da ilha, onde o tempo parece seguir outro ritmo. Com grupo reduzido e acompanhamento fotográfico especializado, esta expedição foi desenhada para quem busca mais do que fotografar — mas viver intensamente um dos destinos mais únicos do mundo. As vagas são limitadas — prepare sua câmera, o olhar atento e o espírito aventureiro. Rapa Nui espera por você com sua luz, sua história e seu mistério.

Descubra a magia de Rapa Nui – Ilha de Páscoa, um dos destinos mais remotos do planeta, onde natureza, cultura e fotografia se encontram. No meio do Oceano Pacífico, essa ilha vulcânica abriga os enigmáticos moais e paisagens únicas, criando o cenário perfeito para uma expedição inesquecível.

Ao longo da jornada, exploraremos ícones como Ahu Tongariki ao nascer do sol, Rano Raraku e a paradisíaca Praia de Anakena, além de pores do sol incríveis no Rano Kau. À noite, o céu ganha protagonismo com sessões de astrofotografia onde os moais se alinham à Via Láctea.

Com grupo reduzido e acompanhamento fotográfico especializado, esta expedição combina técnica, experiência e imersão cultural, incluindo tradições locais e o cotidiano da ilha. As vagas são limitadas — prepare sua câmera e venha viver Rapa Nui em sua forma mais autêntica.

Localização

Localizada no meio do Oceano Pacífico, a Ilha de Páscoa é um dos lugares mais isolados do mundo, a cerca de 3.500 km do continente. O território pertence ao Chile e o acesso é feito por voo a partir de Santiago. A base da nossa expedição será a vila de Hanga Roa, o coração da ilha e ponto de partida para todas as explorações.

A expedição ocorre no estado do Mato Grosso. A partir de Cuiabá, vamos percorrer de carro a Estrada Transpantaneira, e depois nos hospedar no Porto Jofre (divisa com o Mato Grosso do Sul), próximo ao Parque Estadual Encontro das Águas.

Destaques do roteiro

  • Nascer do Sol em Ahu Tongariki
  • Sessões de astrofotografia quando o tempo permitir
  • Visita a Rano Raraku, a “fábrica” de moais
  • Subida até a cratera de Ranu Kau, um dos vulcões (extinto) que deram origem à formação geológica da ilha
  • Registrar o dia-a-dia dos pescadores locais 
  • Praia de Anakena com seus moais ao redor

Hospedagem

Na Ilha de Páscoa, ficaremos no excelente Taha Tai, um hotel à beira mar com vistas para o Oceano Pacífico e algumas das estátuas Moais. Lá, teremos o café da manhã incluso todos os dias.

Líder da expedição

Marcello Cavalcanti, 45 anos, nascido no Rio de Janeiro, é fotógrafo e professor de fotografia.

Com a câmera em punho há mais de 20 anos, já fotografou do extremo sul da Patagônia ao extremo norte da Noruega, procurando retratar paisagens naturais com fotografias impactantes e que mostrem a grandeza do nosso planeta.

Professor desde 2014, com aulas presenciais e online, Marcello administra seus cursos de fotografia, com foco em paisagem e natureza, e já conta com mais de 3000 alunos. É também autor de cinco livros sobre fotografia, e desde 2022 lidera expedições fotográficas no Brasil e exterior.

Em seu canal no Youtube, mostra os bastidores de suas incursões fotográficas e detalha os processos criativo e técnico por trás de cada foto executada.

Vencedor de prêmios relevantes na área, em especial o Epson Pano Awards e o Brasília Photo Show. Em 2023, foi listado entre os 200 melhores fotógrafos de paisagem do mundo.

Roteiro

Dia 1 • Voo para a Ilha de Páscoa

Chegada à Ilha de Páscoa e traslado ao hotel, com uma introdução geral sobre a geografia e cultura de Rapa Nui. No final da tarde, visita ao complexo de Tahai para o primeiro pôr do sol com os moais — um cenário clássico e perfeito para começar a experiência fotográfica.

Sobre o voo: 
É necessário fazer escala em Santiago, Chile. Vamos auxiliar a todos os participantes no entendimento da compra da passagem certa, para que todos cheguem juntos à Ilha de Páscoa.

Ao longo dos 3 dias seguintes, exploraremos os principais cenários naturais e arqueológicos de Rapa Nui Ilha de Páscoa, sempre com foco nas melhores condições de luz para fotografia. Nossos deslocamentos foram pensados para aproveitar ao máximo os momentos de amanhecer e entardecer, visitando diferentes plataformas de moais, vulcões extintos, paisagens costeiras e pontos estratégicos da ilha que revelam a grandiosidade e o mistério dessa cultura milenar.

Durante a expedição, também teremos contato com o cotidiano local, incluindo registros da vida na ilha e encontros com expressões autênticas da cultura Rapa Nui. Entre praias de areia branca, formações vulcânicas e sítios históricos, cada dia reserva novas possibilidades fotográficas e experiências que vão além do óbvio, sempre equilibrando exploração, aprendizado e tempo dedicado à fotografia.

À noite, o espetáculo continua com atividades especiais que conectam o grupo à cultura e ao céu da ilha, incluindo experiências tradicionais e sessões de observação e fotografia sob um dos céus mais escuros do planeta — um momento único para registrar os moais sob as estrelas e vivenciar Rapa Nui de forma completa.

Entre os sítios arqueológicos visitados, destacam-se o nascer do sol em Ahu Tongariki e o impressionante Rano Raraku, onde os moais eram esculpidos e onde ainda hoje permanecem parcialmente enterrados. Também exploraremos Ahu Akivi, a deslumbrante Praia de Anakena com os moais de Ahu Nau Nau, e subiremos até a cratera do vulcão extinto Rano Kau — um dos responsáveis pela formação da ilha — de onde teremos uma vista panorâmica inesquecível. Por fim, caso as condições climáticas permitam, realizaremos sessões de astrofotografia com os moais sob o céu estrelado.

Manhã dedicada a uma última visita ao complexo de Tahai, agora com luz suave do início do dia, seguida de passagem por Ahu Akapu. Em seguida, traslado ao aeroporto para o voo de retorno, encerrando a experiência na ilha.

Fim dos nossos serviços.

Neste dia: Café da manhã incluso

Galeria de fotos

Valor

Valor

( preço em dólares)
$ 3.350
00
quarto duplo, à vista
  • Quarto duplo, parcelado: USD 3.520
  • Quarto single, à vista: USD 3.760
  • Quarto single, parcelado: USD 3.948

OBSERVAÇÕES

  • Praticamos uma política de descontos de 5% para alunos e ex-alunos dos cursos de fotografia de Marcello Cavalcanti.
  • Viajantes recorrentes da Gávea Expedições também participam deste desconto de 5%.
  • O desconto deve ser aplicado sobre os valores apresentados.
  • Confira todas as regras para os descontos nesta página, na aba “Outras informações”

PARA INSCRIÇÃO ATÉ A CONFIRMAÇÃO DA EXPEDIÇÃO:

  • Sinal de R$2.500,00 no momento da inscrição para garantia da vaga

APÓS A CONFIRMAÇÃO DA EXPEDIÇÃO:

  • Saldo à vista, por depósito bancário ou PIX
  • 20% de entrada*  + saldo em até 5x sem juros no cartão
  • 30% de entrada*  + saldo em até 7x sem juros no cartão

  • Obs: o parcelamento deve ser quitado em até 30 dias antes da viagem

Serviços

Incluso

Não incluso

Outras informações

Observações gerais
  • Este workshop é destinado a todos os entusiastas da fotografia, de iniciantes a profissionais, não havendo pré-requisito para inscrição, como nível de conhecimento ou equipamento fotográfico. As orientações do fotógrafo serão feitas de acordo com o objetivo de cada participante;
  • O sinal é uma garantia de reserva e não é reembolsado em caso de desistência da viagem por qualquer razão. O valor do sinal será deduzido do restante do pagamento, assim que atingirmos o número mínimo necessário de inscritos para a confirmação da saída (7). Caso o grupo não seja confirmado, o valor do sinal será integralmente devolvido;
  • A ocupação dos quartos será definida por nós, de acordo com a ordem de inscrição e alocação de pessoas do mesmo sexo em quartos duplos. Caso haja na pousada a disponibilidade de quartos individuais, estes serão ocupados priorizando a ordem de inscrição dos participantes.
  • Caso você tenha alguma restrição alimentar, favor nos avisar com antecedência para que possamos providenciar opções nas refeições.
  • O descritivo do roteiro é uma programação prévia das atividades que buscaremos fazer durante o workshop, e que podem ser alteradas de acordo com as condições climáticas, recomendações dos guias locais, administração da reserva ou por motivos de força maior.
  • Os voos para a Ilha de Páscoa obrigatoriamente passam por Santiago (Chile) para imigração. Porém, os voos do Brasil para Santiago normalmente chegam à capital chilena na parte da tarde/noite, por isso decidimos não incluir um city-tour nem uma estadia em Santiago, já que o voo para a Ilha de Páscoa sai bem cedo de Santiago, por volta das 8 AM. Por isso, as opções para fazer este voo são: 1) Tentar pegar o voo que chega mais cedo em Santiago, e, por conta própria, hospedar-se na cidade, para no dia seguinte bem cedo voltar ao aeroporto para o 2º voo; ou 2) Pegar o voo que chega mais tarde em Santiago, e aguardar algumas horas no aeroporto para o voo seguinte, já de manhã cedo. De qualquer forma, vamos orientar os participantes com detalhes sobre isso.
  • Já no retorno da Ilha de Páscoa para o continente há 2 voos: um às 14:45 e outro às 16:45. Recomendamos a segunda opção, para termos mais tempo na Ilha de Páscoa no último dia. 
  • É obrigatória a contratação de um seguro viagem com atendimento hospitalar, para qualquer intercorrência durante a viagem. 

1) Oferecemos um desconto de 5% para participantes que se enquadrem em pelo menos uma das categorias abaixo:
I) É aluno(as) ativo(as) de algum curso de fotografia ministrado por Marcello Cavalcanti;
II) É ex-aluno(a) de algum curso de fotografia ministrado por Marcello Cavalcanti;
III) É aluno(a) ativo(a) da Academy (assinatura no plano anual).
IV) Já participou de alguma expedição fotográfica ou workshop liderado por Marcello Cavalcanti

Obs: Leitores dos e-books, que não são alunos de algum curso online ou presencial, não se enquadram na política de descontos.

Valores finais com desconto: 

– Quarto duplo: 
USD 3.184 ,00 (à vista)
USD 3.350 (parcelado)

– Quarto single: 
USD 3.572 (à vista)
USD 3.760 (parcelado)

• A desistência voluntária por parte do cliente antes da viagem, deverá ser formalizada por e-mail para contato@gaveaimagens.com.br.

• Serão aplicados os prazos e as penalidades estabelecidos pela operadora local/Embratur. 

• O valor da inscrição (sinal) equivale ao pagamento da Taxa de Serviços de agenciamento e intermediação (conforme art. 2º, parágrafo 7º, da Lei n. 14.046/20), e não poderá ser reembolsado, nem mesmo caso fortuito ou força maior.

• Cancelamentos solicitados em até 41(quarenta e um) dias antes do início dos serviços ensejará o pagamento de multa de até 40% (quarenta por cento) por participante.

• Cancelamentos solicitados 40 (quarenta) dias ou menos do início da viagem não darão o direito ao reembolso dos valores pagos, uma vez que a Gávea Expedições precisa cumprir as políticas de cancelamento e reembolso estabelecidas por seus prestadores de serviços e demais serviços terceirizados já contratados, reservados e confirmados para a realização da viagem.

• O não comparecimento na data, hora e local de inicio da expedição será considerado “no-show”, implicando na perda total do valor pago sem direito a reembolso.

• O passageiro que, por livre e espontânea vontade, se desligar do grupo durante a viagem, deverá assumir os custos de retorno.

• A Gávea Expedições se reserva no direito de desligar qualquer participante que, durante a viagem, esteja causando distúrbios ao bom andamento da mesma. O retorno imediato deste participante será arcado pelo próprio, conforme previsto em contrato devidamente assinado.

Apesar de ser uma viagem orientada à fotografia, mesmo aqueles munidos apenas com um celular poderão participar. Porém, para os entusiastas da fotografia, recomendamos o seguinte equipamento, para tirar proveito máximo das situações fotográficas que vamos enfrentar: 

– Câmera/ cartões de memória / baterias
– Lentes grande angular, médio alcance e teleobjetiva
– Tripé
– Filtros ND, polarizador
– Controle remoto/ disparador
– Mochila para seu equipamento
– Lanterna de cabeça (obrigatoriamente com a luz vermelha)
– Laptop + HD externo para baixar as fotos diariamente (opcional)

Mais detalhes sobre o equipamento serão passados aos participantes confirmados.

  • Data da expedição: de 02 a 06 de setembro de 2027.

    Setembro vive uma fase de transição entre o inverno e a primavera. As temperaturas são amenas, geralmente entre 15 °C e 22 °C, com ventos frequentes e clima bastante variável ao longo do dia.

    A chance de chuva existe, mas costuma ser passageira, alternando com aberturas de céu — o que, inclusive, favorece luzes dramáticas para fotografia. Em termos de céu, é um período com boas possibilidades tanto para nascer e pôr do sol quanto para fotografia noturna, embora sempre sujeito às variações naturais de uma ilha oceânica..

    Vestuário:

  • Jaqueta corta-vento (essencial)

  • Casaco leve ou fleece

  • Camisetas (camadas leves)

  • Calça confortável para trilhas

  • Shorts (para dias mais quentes)

  • Tênis ou bota confortável

  • Roupa de banho

  • Capa de chuva leve

  • Boné ou chapéu

  • Óculos de sol

  • Protetor solar 

Criada pelo renomado fotógrafo e professor de fotografia Marcello Cavalcanti, a Gávea Expedições é o braço de viagens fotográficas da Gávea Imagens, editora fundada em 2014 com livros publicados, (vários deles didáticos), exposições de fotografia realizadas e milhares de fotos vendidas e/ou licenciadas. Além disso a empresa também lançou com enorme sucesso 4 cursos de fotografia, tendo mais de 3.000 alunos inscritos neles.

A Gávea Expedições surge para proporcionar viagens fotográficas com cunho educacional, onde o fotógrafo participante não irá somente desfrutar da viagem em lugares selecionados, mas também aprender diariamente com o tour leader como para registrar as situações fotográficas com excelência técnica e criatividade.  

Com grande experiência, Marcello já liderou expedições fotográficas para destinos como Argentina (Patagônia e Noroeste – Salta), Chile (Torres del Paine), Guatemala, Bolívia (altiplano e Salar de Uyuni) e nos biomas do Pantanal (Porto Jofre, Serra do Amolar, Estação Ecológica Taiamã e Corumbá), Amazônia (Mamirauá), Cerrado (Parque das Emas) e Caatinga (Raso da Catarina) além de Lençóis Maranhenses e também workshops curtos no Rio de Janeiro (Mais de 50 saídas práticas com alunos), Parque Estadual dos Três Picos (astrofotografia e paisagem), Reserva biológica do Mico-leão-dourado, Reserva biológica de Guapiaçú (REGUA), Arraial do Cabo (fotografia de baleias-jubarte). Marcello também já viajou para fotografar em outras localidades como Montanhas Rochosas no Canadá, ilhas caribenhas na Colômbia, andes peruanos, EUA, México, auroras boreais na Noruega, o Serengeti na Tanzânia e praticamente toda a Europa ocidental.

Marcello tem mais de 20 anos de fotografia e embaixador de marcas como f-stop Gear (mochilas), K&F Concept (filtros e tripés) Vallerret (luvas para fotografia) além de ser colaborador de conteúdo da Canon do Brasil desde 2023.

Depoimentos de quem já foi

Expedições já realizadas

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Islândia 27 https://gaveaexpedicoes.com.br/expedicoes/islandia-27/ Thu, 14 May 2026 18:58:00 +0000 https://gaveaexpedicoes.com.br/?p=6322

Islândia 2027

Paisagem • Natureza • Aurora Boreal

A partir de US$ 6.113

A Terra do Gelo e do Fogo. Pela primeira vez – e finalmente! – a Gávea Expedições fará sua expedição fotográfica na Islândia. Durante nove dias, exploraremos parte da ilha e suas paisagens dramáticas: cascatas imponentes como Seljalandsfoss e Skógafoss, pilares de basalto em Reynisdrangar, praias negras, lagoas glaciais como Jökulsárlón e Fjallsárlón, e a impressionante montanha de Vestrahorn, cujos picos escarpados e dunas negras criam composições únicas que parecem saídas do cinema.

Durante a expedição, rodaremos cerca de 1.500 km de estrada em uma road trip exclusiva para fotógrafos, saindo e voltando à capital Reykjavík e passando também pela remota e absolutamente fotogênica Península de Snæfellsnes — muitas vezes ignorada por estar “fora da rota” — e depois seguindo para o sul da ilha, que revela cenários pré-históricos, como a rachadura geológica onde as placas tectônicas se encontram, e cachoeiras que desaguam em lagoas com icebergs. 

Cada parada revela a beleza ancestral e intocada da Islândia, com praias, montanhas e geleiras que inspiram composições de impacto. Ao cair da noite, outra expedição se inicia: a caça à aurora boreal, iluminando gelo e água em espetáculo que torna cada clique absolutamente épico.

Prepare-se para viver uma aventura que desafia qualquer expectativa: nove dias atravessando paisagens fora de escala, cenários cinematográficos e momentos de pura magia sob o céu noturno da Islândia. Esta será uma oportunidade única de registrar imagens que arrebatam, sentir a natureza em sua forma mais crua e se conectar com lugares que poucos têm a chance de conhecer, além de estar na companhia de outros fotógrafos como você, com intuito de aprender, trocar informações e se divertir juntos. Uma expedição ousada, disruptiva e absolutamente inesquecível — impossível perder.

A Terra do Gelo e do Fogo. Pela primeira vez – e finalmente! – a Gávea Expedições fará sua expedição fotográfica na Islândia. Durante nove dias, exploraremos parte da ilha e suas paisagens dramáticas: cascatas imponentes como Seljalandsfoss e Skógafoss, pilares de basalto em Reynisdrangar, praias negras, lagoas glaciais como Jökulsárlón e Fjallsárlón, e a impressionante montanha de Vestrahorn, cujos picos escarpados e dunas negras criam composições únicas que parecem saídas do cinema.

Durante a expedição, rodaremos cerca de 1.500 km de estrada em uma road trip para fotógrafos, saindo e voltando à capital Reykjavík, passando pela remota e fotogênica Península de Snæfellsnes, e depois seguindo para o sul da ilha, que revela cenários pré-históricos, como a rachadura geológica onde as placas tectônicas se encontram, e cachoeiras que desaguam em lagoas com icebergs. Ao cair da noite, outra expedição se inicia: a caça à aurora boreal, iluminando gelo e água em espetáculo que torna cada clique absolutamente épico.

Prepare-se para viver uma aventura que desafia qualquer expectativa: nove dias atravessando paisagens fora de escala, cenários cinematográficos e momentos de pura magia sob o céu noturno da Islândia. Esta será uma oportunidade única de registrar imagens que arrebatam, sentir a natureza em sua forma mais crua e se conectar com lugares que poucos têm a chance de conhecer, além de estar na companhia de outros fotógrafos como você, com intuito de aprender, trocar informações e se divertir juntos. Uma expedição ousada, disruptiva e absolutamente inesquecível — impossível perder.

Coordenadas

A expedição fotográfica ocorre integralmente na Islândia. Iniciaremos pela capital, Reykjavík, e dali seguiremos em van privada para explorar as belezas naturais dessa ilha sem igual. 

CHEGADA E SAÍDA POR REYKJAVÍK (2 noites)
Nossa entrada e saída na Islândia será pela capital, Reykjavík. Lá, ficaremos hospedados no moderno FossHotel, no centro da cidade.

Fora da capital, durante a nossa roadtrip, trocaremos de hotel outras quatro vezes. Todas acomodações modernas, confortáveis e condizentes com o itinerário.

A experiência

O início da nossa expedição é em Reykjavík, a capital mais ao norte do planeta.

Você chegará ao Aeroporto Internacional de Keflavík e pegará um táxi/uber até o hotel na cidade. Depois do check in, fique à vontade para relaxar ou começar a explorar a capital. 

Reykjavík é conhecida por seus cenários urbanos coloridos, arquitetura incomum e bela natureza ao redor. Entre os principais pontos de interesse para uma primeira caminhada estão a imponente igreja Hallgrímskirkja, o moderno centro cultural e sala de concertos Harpa Concert Hall e a escultura à beira-mar Sun Voyager, um dos cartões-postais da cidade.

Às 19h, nosso guia local passará no hotel para nos levar para jantar e apresentar o nosso roteiro com mais detalhes. Vamos também conhecer os outros fotógrafos e fazer perguntas sobre os próximos oito dias da viagem.

Pernoite em Reykjavík.

Neste 2º dia, a aventura fotográfica começa de verdade. 

Partiremos cedo de Reykjavík cedo em um minibus confortável e espaçoso e seguiremos para a Península de Snæfellsnes, muitas vezes chamada de “Pequena Islândia” devido à grande diversidade de locais e paisagens encontrados ali. Esta península também é frequentemente “esquecida” em algumas expedições fotográficas, por estar localizada na direção oposta do roteiro sul da ilha, mas nós não a deixamos de fora, pelo contrário, dedicamos dois dias a ela, pela sua importância para os fotógrafos de paisagem. 

Ao longo do dia, serão feitas paradas para fotografar muitos locais interessantes na Península. Conheceremos as dramáticas e recortadas costas em torno de Arnarstapi — onde é possível encontrar impressionantes colunas de basalto hexagonais — e Lóndrangar, local de dois gigantescos pilares oceânicos. Também iremos fotografar o assombroso campo de lava Buðahraun, em contraste com o histórico vilarejo de Buðir, onde fica a famosa black church, ou igreja negra. Também teremos a chance de conhecer a “joia da coroa” da Península, o glaciar e vulcão Snæfellsjökull

Snæfellsnes é incrível em todas as estações, mas tem uma magia especial em suas cores outonais. Além de tudo isso, já teremos uma boa chance de fazer nossa primeira caçada à aurora boreal, depois de um dia inteiro de fotos espetaculares. 

Neste dia: café-da-manhã incluso.

No terceiro dia, continuaremos a exploração de Snæfellsnes; afinal, há tanto para ver que precisamos de tempo para apreciar e encontrar as melhores fotos.

Hoje, o foco será na costa norte da Península. As paisagens marinhas aqui, no fiorde de Breiðafjörður, são impressionantes, especialmente em dias abertos, quando é possível ver até as enormes montanhas dos Westfjords.

Com sorte, poderemos até avistar orcas na água; é aqui que elas são mais frequentemente encontradas, e o outono marca o início da temporada com maior número de avistamentos.

O destaque, no entanto, será a majestosa montanha Kirkjufell, um pico solitário que se ergue na costa, ao lado da charmosa cachoeira Kirkjufellsfoss. Só vendo ao vivo para entender esse cenário, por isso passaremos um tempo considerável buscando os melhores ângulos para registrar essa paisagem, esperando a golden hour. Kirkjufell também é famosa mundialmente pelo seu intrigante formato de “chapéu de bruxa” e por ter sido cenário na série Game of Thrones.

Se os deuses da fotografia de paisagem estiverem conosco nessa tarde, poderemos ainda conseguir fotos dramáticas de Kirkjufell e suas cachoeiras sob a aurora boreal depois do anoitecer. Dormiremos novamente hospedados na Península de Snæfellsnes.

Neste dia: café-da-manhã incluso.

Chegamos ao quarto dia da expedição, e hoje vamos para a estrada novamente, dessa vez em direção à costa sul da Islândia. 

Esta é uma das rotas mais especiais do país, devido à grande quantidade de marcos naturais que a margeiam, todos à vista da estrada principal que segue a leste.

A região é magnífica no outono, quando a paisagem verde se confunde com tons laranjas e vermelhos. Além disso, pequenos trechos de neve começam a adornar o cenário. O primeiro ponto de parada será a cachoeura Seljalandsfoss, uma cascata fina que cai de uma altura de mais de sessenta metros antes de um penhasco côncavo. Essa cachoeira guarda um presente especial para os fotógrafos; uma caverna por trás dela, que pode ser acessada em estações do ano com menos neve, como o outono. 

Skógafoss fica um pouco mais adiante, e embora tenha a mesma altura, é muito mais poderosa – essa é, sem dúvida a cachoeira mais famosa da Islândia. Aqui não é possível ficar atrás da cortina d’água, mas poderemos subir por uma escadaria adjacente para um ângulo diferente. Depois de apreciar essas cachoeiras, seguiremos para a praia de areia negra Reynisfjara.  Poderemos fotografar as ilhotas de pedra Reynisdrangar, dois “trolls” que, segundo dizem, foram congelados à luz do sol, erguendo-se das ondas agitadas. À medida que a hora dourada se transforma em noite, ficaremos por lá para tentar capturar esses cenários sob a aurora boreal. Dormiremos na simpática cidadela de Vík. 

Neste dia: café-da-manhã incluso

Quinto dia de expedição fotográfica na Islândia, e temos cada vez mais a certeza de estarmos vivendo um sonho juntos. 

Deixaremos Vík em direção à lagoa glacial Jökulsárlón e o Parque Nacional Vatnajökull. No entanto, antes de chegar à lagoa, faremos um desvio até a Reserva Natural de Skaftafell. A reserva é um paraíso para fotógrafos; assim como em Snæfellsnes, há uma grande diversidade de locações fotográficas em um curto espaço, por isso, vamos dedicar um tempo a esse cenário mítico, encontrando nossas fotos, testando ângulos e enquadramentos. A temática? lagos glaciais, línguas de geleiras, florestas verdes, cachoeiras escondidas e paisagens de lava petrificada.

Depois de aproveitar ao máximo esse lugar espetacular, seguiremos para Jökulsárlón, para capturá-la ao pôr do sol e, quem sabe, ter a chance de fotografar sob a aurora boreal.

Jökulsárlón é frequentemente considerada a localização mais bonita da Islândia, e você não terá dúvidas do porquê, assim que começar a fotografar. Aqui, vastos icebergs se desprendem de uma língua glacial e navegam por uma enorme lagoa em direção ao oceano. A coloração deles é vívida, a escala é hipnotizante, e o fato de você poder praticar fotografia de vida selvagem com as focas que vivem na área só adiciona à experiência mágica.

Passaremos a noite no sudeste da Islândia.

Neste dia: café-da-manhã incluso.

Nosso sexto dia começará cedo: ao nascer do Sol, voltaremos a Jökulsárlón para uma sessão de fotos; sob as muitas diferentes condições de luz que se obtém nos dias de outono na Islândia, a aparência, a cor e a beleza da lagoa estão sempre mudando.

Vamos permanecer por ali um tempo e também conhecer a incrível Diamond Beach, onde icebergs são empurrados para a costa e brilham na areia e nas ondas — este é o local ideal para praticarmos longas exposições, com tripé e filtros. 

Nosso experiente guia (que também é fotógrafo) nos levará a uma lagoa glacial menos conhecida,  Fjallsárlón, onde ficaremos ainda mais isolados e tranquilos, pois ali o turismo convencional não chega. Embora não seja tão vasta quanto Jökulsárlón, Fjallsárlón ainda é um local espetacular, e você terá uma visão melhor da língua glacial que deságua no lago.

Ao cair da noite, continuaremos atentos aos sinais da aurora boreal, que pode pintar o céu de verde a qualquer momento; capturá-la acima da lagoa ou da praia é uma oportunidade de uma vida. 

Passaremos mais uma noite na região de Jökulsárlón.

Neste dia: Café-da-manhã incluso.

Uau! Chegamos ao sétimo dia de expedição, e será que a Islândia ainda tem algo a oferecer para nós? 

Antes mesmo de você procurar a resposta, estaremos chegando na Península de Stokknes, no sudeste da ilha. Ali se encontra, adormecido como um gigante, a montanha do Vestrahorn, em uma das vistas mais espetaculares de todo o país. A montanha é uma das poucas de gabro na Islândia (um tipo de rocha ígnea, formada a partir do resfriamento de magma) e, por isso, é austera e dramática; está isolada, cercada por areias negras e as agitadas águas do Oceano Atlântico, com encostas áridas e picos irregulares. É um visual fascinante como poucos no planeta, e vamos fotografá-la de diversos ângulos a partir da praia que a cerca.

Dali, seguiremos para outros destinos únicos, dentro do Parque Nacional Vatnajökull, onde vamos buscar mirantes de observação para fotografar as incríveis paisagens da região e, claro, a própria Vatnajökull,  quem vem a ser a maior geleira da Europa. Para quem já esteve na Patagônia e viu de perto a imensidão do Glaciar Perito Moreno, em El Calafate, aqui cabe um breve comparativo. Enquanto a geleira argentina ostenta 250 km², o Vatnajökull tem cerca de 8.100 km², sendo mais de 30 vezes maior do que o Perito Moreno! Trata-se de uma estrutura glaciar continental, que domina a paisagem,  alimenta dezenas de outras geleiras e cria cenários amplos e variados em seu entorno. 

Ali, nesse cenário da Era do Gelo, faremos também nosso último por do Sol na região sudeste da Islândia, e sempre mirando o alto à noite, em busca de mais uma aurora boreal. 

Neste dia: Café-da-manhã incluso.

O oitavo dia marca o início do fim de nossa gloriosa expedição. Partiremos de volta a Reykjavík, pela mesma estrada, revisitando alguns pontos que paramos no início da expedição e conhecendo outros, dependendo do tempo e condições meteorológicas. Em diferentes momentos do dia e em diferentes climas, esses locais assumem uma beleza distinta e permitem fotos únicas. No final de tarde, chegaremos enfim a Reykjavík, onde poderemos descansar, (ufa!) depois de uma semana intensa e com muito material produzido!

Mas não acabou! Uma vez na capital, tentaremos mais uma vez caçar a aurora boreal nas imediações. Esta noite será nossa última chance para fotografar o fenômeno. 

À noite, celebraremos juntos essa jornada incrível, em um jantar oferecido pela Gávea Expedições ao grupo!

Dormiremos em Reykjavík.

Neste dia: café-da-manhã e jantar incluso.

Chegamos, enfim, ao último dia da expedição. Cada passageiro deve seguir ao aeroporto, de acordo com o horário do seu voo. Se tivermos algumas horas livres, no entanto, poderemos fazer mais uma caminhada pela cidade e fotografar os lúdicos e coloridos ângulos de Reykjavík.

Ao embarcar no avião de volta para casa, você provavelmente ainda estará maravilhado, com a cabeça fervilhando com tudo que viu e absorveu dessa expedição, e também todo o seu aprendizado e evolução em um dos destinos de fotografia de paisagem mais desejados por fotógrafos do mundo todo. Parabéns por ter topado essa aventura, e temos a certeza absoluta que as suas novas fotos vão elevar seu portfólio a um outro patamar. A Islândia não é um destino tradicional. Ela é unica, e inesquecível. 

Neste dia: café-da-manhã incluso

Fim dos nossos serviços. 

Liderança fotográfica

Marcello Cavalcanti, 45 anos, nascido no Rio de Janeiro, é fotógrafo e professor de fotografia.

Com a câmera em punho há mais de 20 anos, já fotografou do extremo sul da Patagônia ao extremo norte da Noruega, procurando retratar paisagens naturais com fotografias impactantes e que mostrem a grandeza do nosso planeta.

Professor desde 2014, Marcello administra seus cursos de fotografia com foco em paisagem e natureza, pelos quais já passaram mais de 3.000 alunos. É também autor de cinco livros sobre fotografia, e desde 2022 lidera expedições fotográficas no Brasil e exterior.

Vencedor de prêmios relevantes na área, em 2023 foi listado entre os 200 melhores fotógrafos de paisagem do mundo.

Cenas da expedição

Investimento

QUARTO DUPLO

US$ 6.113,00
Por pessoa

QUARTO SINGLE

US$ 7.213,00
Por pessoa

• Consulte condições de parcelamento.


• Alunos de fotografia do Marcello Cavalcanti e viajantes recorrentes tem 5% de desconto. 

Inclui

Não inclui

+ informações

  • A Expedição é aberta a fotógrafos de todos os níveis. Não há pré-requisitos de conhecimento ou equipamento, e as orientações serão adaptadas aos objetivos de cada participante.
  • O grupo será confirmado com mínimo de 10 participantes.
  • O roteiro poderá sofrer ajustes em função das condições climáticas, orientações dos guias locais ou questões operacionais.
  • Restrições alimentares devem ser informadas com antecedência.
  • É obrigatória a contratação de um seguro viagem pessoal, com cobertura internacional.

Reserva de vaga – sinal

  • Para garantir a sua vaga é necessário o depósito de sinal de R$3.000,00.
  • O sinal garante a reserva e não é reembolsável em caso de desistência.
  • Caso o grupo não seja confirmado, o sinal será devolvido integralmente.
  • Ao efetuar o pagamento da expedição, o sinal será descontado.

Desconto garantido

  • 5% de desconto para alunos, ex-alunos, assinantes da Academy e participantes das expedições anteriores.

Parcelamento

  • Ao optar pelo parcelamento há um acrescimo de 5% sobre o valor final.
  • Parcelamos em 3, 5, 7 ou 10x, desde que a última parcela termine antes do início da expedição.

Valores por pessoa
Quarto single:

  • À vista: US$ 7.213,00
  • Parcelado: US$ 7.573.65

Quarto duplo:

  • À vista: US$ 6.113,00
  • Parcelado: US$ 6.418,65

Valores por pessoa (alunos e recorrentes)
Quarto single:

  • À vista: US$ 6.852,35
  • Parcelado: US$ 7.213,00

Quarto duplo:

  • À vista: US$ 5.807,35
  • Parcelado: US$ 6.113,00
  • Solicitações de cancelamento devem ser feitas por e-mail para contato@gaveaimagens.com.br.
  • O valor do sinal corresponde à taxa de serviços de agenciamento e intermediação e não é reembolsável em caso de desistência.
  • Cancelamentos realizados com 41 dias ou mais de antecedência estarão sujeitos a multa de até 40% do valor total da viagem.
  • Cancelamentos realizados com 40 dias ou menos de antecedência não dão direito a reembolso, em razão dos compromissos assumidos junto a fornecedores e prestadores de serviços.
  • O não comparecimento no local e horário de início da expedição (“no-show”) implica perda integral dos valores pagos.

Data da expedição
Grupo 1: de 8 a 16 de outubro de 2027
Grupo 2: de 18 a 26 de outubro de 2027 (OUTONO)

  • O outono na Islândia é uma estação de transição intensa — e fotográfica. Entre setembro e outubro, o país sai lentamente do verão curto e entra no longo período frio do inverno ártico.
  • O frio já se impõe com mais frequência, especialmente fora das cidades e nas regiões mais abertas. A temperatura pode variar entre 0ºC e 10ºC nos dias mais quentes.
  • Poderemos ter rajadas de vento durante a expedição e chuvas ocasionais e rápidas, típicas de estações de transição.
  • Nessa época do ano, dificilmente veremos neve caindo do céu, mas ela pode aparecer encobrindo campos e no topo das montanhas. O gelo é constante nas geleiras.

Vestuário

O vestuário ideal para essa expedição é a roupa de inverno mas com lógica de montanha – leve, modular e totalmente impermeável. 

Camada base (contato com o corpo)

  • Segunda pele térmica (blusa e calça)

  • Meias térmicas (de preferência lã merino)

Camada intermediária (isolamento)

  • Fleece ou jaqueta de lã sintética

  • Casaco leve de pluma ou sintético (compactável)

Camada externa (proteção)

  • Jaqueta impermeável e corta-vento

  • Calça impermeável

(isso é essencial — não é opcional na Islândia)

E também:

  • Bota impermeável (solado com boa aderência (lama, pedra molhada e gelo)

  • Gorro

  • Luvas (idealmente impermeáveis ou com camada externa corta-vento)

  • Buff ou cachecol térmico

Extras muito recomendados (especialmente para fotógrafo)

  • Capa de chuva para mochila

  • Capa de chuva para câmera

  • Luva fina interna (para operar a câmera sem expor a mão)

  • Óculos escuros (sim — mesmo no outono, a luz rasante pode ser muito forte)

Esta expedição será liderada por Marcello Cavalcanti, fotógrafo, professor e autor, com mais de 20 anos de experiência em fotografia.

Desde 2022, Marcello já liderou mais de 30 expedições fotográficas em diferentes destinos no Brasil e no exterior, voltados à fotografia de natureza, paisagem,  vida selvagem e astrofotografia.

Além da atuação em campo, é fundador da Gávea Imagens, autor de livros de fotografia, professor com mais de 3.000 alunos e colaborador de conteúdo da Canon do Brasil e outras marcas de fotografia.

Em suas expedições, o objetivo vai além da viagem: proporcionar acompanhamento fotográfico contínuo para que cada participante desenvolva seu olhar e aproveite ao máximo as oportunidades encontradas em campo.

 

Depoimentos

Expedições realizadas

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